quarta-feira, 25 de setembro de 2019

ANTÔNIO JOAQUIM ALVES MOTA SOBRINHO (ALVES MOTA SOBRINHO) 25

ANTÔNIO JOAQUIM ALVES MOTA SOBRINHO (ALVES MOTA SOBRINHO).
Nasceu em Guaratinguetá no dia 25 de setembro de 1925 e faleceu em São Paulo em 2012  aos 87 anos e hoje comemoramos 94 anos do seu nascimento . Começou a sua vida literária como colaborador de “O Eco” e “O Paraíba”, de sua cidade natal. Membro da Sociedade Paulista de Escritores, da Academia de Letras da Faculdade de Direito, onde ocupa de Almeida Nogueira etc. Contista. Bibliografia: “Bola preta”, contos, com prefácio de Cassio de Rezende, S. Paulo, Brasiliense 1949, 116 p.; “Província”, contos, com prefácio de Brito Broca, S. Paulo, Brasiliense, 1950, 117 p., 21x15 cm. "A Civilização Do Café", Alves Mota Sobrinho, 1968, 180 páginas, Editora Brasiliense, Peregrinações pelo Velho Mundo -1953 - 1994; Gama Rodrigues - Médico e Humanista - 1º Deputado Municipalista Brasileiro; Agostinho Mota - a Difícil Arte de Ser Franciscano.







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terça-feira, 24 de setembro de 2019

JOÃO FRANCISCO DE OLIVEIRA GODOI


JOÃO FRANCISCO DE OLIVEIRA GODOI, nasceu em Pindamonhangaba a 19 de setembro de 1867 fi­lho de Cla­ro de Go­doy Mo­rei­ra e Amé­lia Au­gus­ta de Oli­vei­ra Go­doy e morreu em Goiás no dia 24 de abril de 1948 aos 81 anos e comemoramos os 152 anos do seu nascimento. Fez os estudos primários na escola particular do professor Evaristo Correia dos Santos. Cursou humanidades no Ateneu Paulista, no Colégio Redenção e no Seminário Episcopal. Formado, em 1888, pela Faculdade de Direito de São Paulo. No ano seguinte era no­me­a­do ju­iz da Co­mar­ca de For­mo­sa da im­pe­ra­triz na dis­tan­te pro­vín­cia de Goiás. Pas­sou de­pois às co­mar­cas de Mor­ri­nhos, Ca­ta­lão, Pi­re­nó­po­lis, Ci­da­de de Go­i­ás, De­sem­bar­ga­dor pe­lo Tri­bu­nal de Jus­ti­ça de Go­i­ás e seu pre­si­den­te, che­fe de po­lí­cia. Em São Pau­lo, de on­de vi­e­ra, dei­xou Jo­ão Fran­cis­co de Oli­vei­ra Go­doy os ir­mãos Mar­ti­nia­no de Go­doy, Ma­ria Go­doy e Eu­gê­nia Go­doy, es­ta úl­ti­ma, ca­sa­da com o mú­si­co Va­len­tim de Bar­ros. Em Pin­da­mo­nhan­ga­ba re­si­di­am seus ir­mãos Lu­iz Gon­za­ga de Go­doy e Eli­sa Au­gus­ta de Go­doy Mi­né, ca­sa­da com Ma­nu­el Mon­tei­ro Cé­sar Mi­né. O jo­vem ju­iz , Jo­ão Fran­cis­co de Oli­vei­ra Go­doy e a po­e­ti­sa Te­re­za Cai­a­do, ena­mo­ra­dos, ini­ci­a­ram uma his­tó­ria de amor na be­la ci­da­de de Ri­car­do Pa­ra­nhos. O ca­sa­men­to se deu em 28 de ju­lho de 1892, na Ci­da­de de Go­i­ás. O jo­vem ca­sal pas­sou a re­si­dir nu­ma gran­de ca­sa na Rua 15 de no­vem­bro, tam­bém cha­ma­da de Rua da Es­tra­da, com quin­tal e mui­tas ár­vo­res, co­mo o gos­to da épo­ca na cidade de Goiás. Foi historiador e genealogista. Colaborador da ' 'Revista Genealógica Brasileira" e membro do Instituto Genealógico Brasileiro. Quando acadêmico, foi funcionário da Fazenda Nacional em São Paulo. 

Bibliografia: "Esboço genealógico da família João Batista de Alencastro e seus ramos Alencastro Caiado e Alencastro Veiga' In "Revista Genealógica Brasileira' , São Paulo, 1948.

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ACADEMIA DE LETRAS DE LORENA
REUNIÃO ADMINISTRATIVA
21-9-2019




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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

ANTONIETA BORGES ALVES SANTOS

 ANTONIETA BORGES ALVES SANTOS - Nasceu em Cruzeiro a 18 de setembro de 1906. Fez os primeiros estudos no Escolar do Cambuci, em São Paulo onde frequentou a Escola Profissional Feminina. Fez o Curso de madureza e o de Samaritana na Cruz Vermelha Brasileira. Em 1936, começou a colaborar em "0 operário". Exerceu o magistério particular e se dedicou jornalismo. Fez várias conferências e escreveu para o teatro. Poetisa, teatróloga, conferencista, etc.  Membro da Sociedade Paulista de Escritores, Bibliografia: "Teclas Pretas e Brancas' , versos, com prefácio Veiga Santos (1902-1978), S. Paulo, Gráfica Mangione, 1939, 19x14 cm.



domingo, 22 de setembro de 2019

MÁRIO JÚLIO DA SILVA(18)

 MÁRIO JÚLIO DA SILVA - Nasceu em Areias a 18 de setembro de 1907. Fez os primeiros estudos em terra natal. Vindo para S. Paulo, entrou logo para a imprensa. Pertenceu a vários dos principais órgãos da imprensa paulista, colaborou em jornais e revistas de S. Paulo e do Rio, fez critica literária, realizou conferências etc. Redator do "Jornal de S. Paulo" e passou a trabalhar no ' 'Jornal de Notícias". Biógrafo, conferencista, antologista, cronista, jornalista, etc. Membro da Sociedade Paulista de Escritores e de várias outras sociedades de caráter cultural de S. Paulo, do Rio e de Buenos Aires.

Bibliografia: "Antologia dos poetas paulistas", de parceria com Arsênio Palácios (assassinado em 8-11-1932), Paulo, 1933.


 COMPLEMENTOARSÊNIO PALÁCIOSPoeta, teatrólogo, crítico de arte, filósofo, etc., era Arsênio Palácios um talento fulgurante e um verdadeiro “artífice da Beleza”. Colaborou em grande número de jornais e revistas do Brasil, da Argentina e do Uruguai, trabalhando por um maior intercâmbio cultural sul-americano. “Sensibilidade fina e esquisita,” — escreveu Mário Júlio Silva, in Ant. Poetas Paul., pág. 7 — “costumava vestir os seus versos com a roupagem inédita da sua alma cheia de doçura.” Foi diretor de Giesta, revista de artes e letras de S. Paulo. Colaborou com Veiga Miranda na revista O Comentário. Realizou grande número de traduções do castelhano. Foi grande amigo de Félix de Carvalho, outro ilustre poeta paulista. Luís Correia de Melo, de cujo Dic. de Aut. Paulistas (página 450) recolhemos alguns desses dados, informa, ainda, que o poeta faleceu tragicamente. (São Paulo, Est. de São Paulo, 30 de Abril de 1899 — São Paulo, SP, 8 de Novembro de 1932.)
BIBLIOGRAFIA: Almas Populares, sainete lírico; Vibrações, versos; A Carta, monólogo; Breve Elogio das CoresAntologia de Poetas Paulistas, de parceria com Mário Júlio Silva; etc.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

CELINA DE AZEVEDO CASTRO E SANTOS

CELINA AZEVEDO DE CASTRO SANTOS nasceu em Lorena, estado de São Paulo, dia 9 de setembro de 1892. Era poeta, teatróloga e professora e viveu no Rio de Janeiro. Celina era filha do político Dr. Arnolfo Rodrigues de Azevedo e era irmã do geógrafo e autor Aroldo de Azevedo. Casou-se pela primeira vez com o poeta Álvaro de Castro Lima (1895-1924), contador, filho do Sr. Carlino Moreira de Castro Lima e de Dona Mathilde de Oliveira, de quem não teve descendência. Em 1917, surgiu como poeta e começou a publicar suas poesias na revista Fon-Fon, no Rio de Janeiro e deu início a colaborações na imprensa da cidade. Celina escreveu livros didáticos e peças de teatro para crianças e adultos que foram encenadas por grupos amadores. Seu poema "O garoto", foi incluído em Páginas Seletas e em Língua Portuguesa de Silveira Bueno, utilizados nas escolas.


VELHO ESPELHO

               "Daquele tempo é o lustre, em que os pingentes
                Parecem lágrimas cristalizadas...
                Daquele tempo os candelabros são.
                As cristalinas mangas transparentes
                Esperam a luz de velas coloradas
                Para alumiar a sua solidão.

                 A mesa ao centro, com um biscuit antigo,
                 O piano mudo (já perdeu a voz!),
                 O acolhedor sofá senhorial,
                 Tudo nas fala do passado amigo.


                  E a refletir esse passado em nós,
                  O velho espelho! O espelho de cristal,
                  Que se orgulhou de ter, como senhora,
                  Vovó* bem nova, bela e tão feliz!

                  O velho espelho que encontrou ainda
                  Mamãe brilhando, encantadora e linda,
                  Entre as mais lindas do salão de outrora,
                  Lá no Solar do Largo da Matriz."

*A Baronesa de Santa Eulália
in ARNOLFO AZEVEDO, PARLAMENTAR DA PRIMEIRA REPÚBLICA - pag.549


O ESPELHO

                  "Venha comigo. O espelho, refletindo,
                   Há de pensar que a vida tudo passa!
                   Passa a criança de rostinho lindo,
                   Passa a mocinha a se mirar com graça,
                   Passa a velhinha, fronte embranquecida,
                   Só fica ele... a ver passar a vida!"

in ARNOLFO AZEVEDO, PARLAMENTAR DA PRIMEIRA REPÚBLICA - pag.550


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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

BENEDICTO FERRI DE BARROS

BENEDICTO FERRI DE BARROS - Nasceu em Formoso (São José do Barreiro -SP), no dia 9 de setembro de 1920 e morreu em São Paulo no dia 12 de setembro de 2008 aos 88 anos e hoje registramos 99 anos do seu nascimento. Bacharel e licenciado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP) em Ciências Sociais, com estágios de especialização em finanças e mercado de capitais em várias instituições norte-americanas. Professor, jornalista, empresário, ensaísta e poeta. Membro da Academia Paulista de Letras e da Academia Internacional de Direito e Economia). Na Academia Paulista de Letras ocupou a cadeira nº12 cujo patrono é Paulo Egydio de Oliveira Carvalho valeparaibano de nascido em Bananal. Lecionou política, economia e mercado de capitais, na USP e na Getúlio Vargas. Colunista de O Estado de São Paulo e Jornal da Tarde (Azambuja Leal) durante 29 anos, e colaborador de seus suplementos culturais. Como poeta editou Rapsódia de Ouro Preto. Tem inéditos 4 livros de poesia, 4 livros de tradução de poemas da língua inglesa e um livro de ensaios e crítica: Poesia, poemas e poetas. Tem 13 obras inéditas, entre elas Zig-Zag (noveleta infantil) e Apontamentos Filosóficos - e não coligidos, estudos de Economia, Política e Antropologia. Visitou o Japão a convite do governo japonês e sobre o tema publicou “Japão - a harmonia dos contrários” e “Viagem ao Japão”. Tem inédito “O caminho do japonês.”
Como empresário, produziu mais de 5.000 unidades habitacionais e foi o introdutor no país da industrialização da laranja e do leite esterilizado.
BIBLIOGRAFIA:
Poesia : Dedicatória; Provação; Em louvor de Geia; Carta a Gerontion e Palimpsesto baseado em Maria.
Ensaio, resenha, crítica & comentário: Os poemas da besta e A linguagem e o curto circuito na comunicação.

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

PÉRICLES NOGUEIRA SANTOS

Péricles Nogueira Santos nasceu em Paraibuna-SP no dia 06 de setembro de 1916 e faleceu em Taubaté no dia 27 de fevereiro de 2001. Ele era filho de Aurélio Silva Santos e de Maria Eugênia Nogueira. Ainda menino, aos 15 anos, engajado nas aspirações dos ideais paulistas quando da eclosão da Revolução Constitucionalista de 1932, sobressaiu-se com relevantes serviços prestados. Ingressou na Força Pública do Estado de São Paulo e no decorrer de uma caminhada difícil saiu-se vitorioso. Atingiu ao posto de Tenente Coronel quando de sua merecida aposentadoria. Homem voltado aos estudos, cursou a Faculdade de Ciências Jurídicas de Taubaté em sua primeira turma, e nela, formou-se em 1º lugar. Especializou-se em português, em Literatura e em Direito do Trabalho. Ministrou aulas no Colégio Olegário de Barros e nas Faculdades de Serviço Social e de Ciências Jurídicas. BIBLIOGRAFIA: “Lâmpadas Votivas”, “Orações Pagãs”, “Coletânea de Poetas de Taubaté”, “Sol Pretérito” e “Poemas da Terra e do Infinito”, bem como a letra do Hino Oficial de Taubaté. Após seu falecimento, foram publicadas “Flautas Invisíveis” e “Esferas Transfinitas”. Como literato, ocupou a Cadeira nº 18 da Academia Taubateana de Letras.

PÉRICLES NOGUEIRA SANTOS