SUGESTÃO DE LEITURA:


Este Projeto tem como objetivo lembrar dos escritores valeparaibanos preferencialmente no seu dia de nascimento.
SUGESTÃO DE LEITURA:


SUGESTÃO DE LEITURA:
"COISAS CALADAS" da IRMÃ OLGA DE SÁ.


-SUGESTÃO DE LEITURA: "O CULTO À DE DEUS NA TRADIÇÃO CATÓLICA do CÔNEGO JOSÉ GERALDO VIDIGAL DE CARVALHO.

-PENSAMENTO:

Francisco Leopoldo e Silva nasceu em Taubaté (SP) no dia 10 de outubro de 1879 e morreu em São Paulo no dia 8 de novembro de 1948 aos 69 anos e hoje comemoramos 148 anos do seu nascimento. Filho do português Bernardo Leopoldo e Silva e de Ana Rosa Marcondes Leopoldo, de antiga família do Vale do Paraíba, os Marcondes de Taubaté e cidades vizinhas. Importante e conceituado escultor brasileiro. Foi seu irmão Dom Duarte Leopoldo e Silva (1867-1938) primeiro arcebispo de São Paulo (1908). Francisco Leopoldo e Silva iniciou seus estudos de escultura no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, na capital paulista, com orientação do mestre Amedeo Zani (1869-1944) e, em seguida, frequentou a Academia de França, em Paris, junto com o escultor ítalo-brasileiro Victor Brecheret (1894-1955). Posteriormente, em 1911, viajou para estudar em Roma (Itália), beneficiado por uma bolsa de estudos do Governo do Estado de São Paulo (Manuel Joaquim de Albuquerque Lins – 1852-1926), voltando ao Brasil em 1914 durante o Governo de Rodrigues Alves (1912-1916). Um ano após, retornou a Roma, onde teve como professor o grande escultor Arturo Dazzi (1881-1966) no Instituto de Belas-Artes. O aprendizado adquirido na Europa lhe proporcionou um sólido domínio nos processos técnicos de escultura, enfatizado nas proporções, volumes e dimensões da figura humana, principalmente no tema do nu artístico feminino, uma de suas principais marcas. Percebe-se também que, apesar do momento favorável ao estilo modernista, o escultor não foi notoriamente impactado pelo movimento, mantendo sua linha mais fidelizada aos padrões clássicos de representação.
Entre seus prêmios e participações estão:

JOSÉ CARLOS DO PATROCÍNIO nasceu em Campos dos Goytacazes (RJ) no dia 9 de outubro de 1853 e morreu no Rio de Janeiro (RJ) no dia 29 de janeiro de 1905 aos 51 anos e hoje comemoramos 167 anos do seu nascimento. Importante farmacêutico, jornalista, escritor, orador e ativista político brasileiro. Destacou-se como uma das figuras mais importantes dos movimentos Abolicionista e Republicano no país cognominado de 'TIGRE DA ABOLIÇÃO'. Foi também idealizador da Guarda Negra, que era formada por negros e ex-escravos. Filho de João Carlos Monteiro (?) vigário da paróquia de Campos dos Goytacazes e orador sacro de reputação na Capela Imperial, com Justina do Espírito Santo (?), uma jovem escrava Mina de quinze anos, cedida ao serviço do cônego por D. Emerenciana Ribeiro do Espírito Santo (?), proprietária da região. Numa homenagem a Alberto Santos Dumont (1873-1932), realizada no Teatro Lírico, quando discursava saudando o inventor, foi acometido de uma hemoptise, sintoma da tuberculose que o vitimou. Faleceu pouco depois aquele que é considerado por seus biógrafos o maior de todos os Jornalistas da abolição.
BIBLIOGRAFIA:




ANTONIO NOGUEIRA DE SÁ - nasceu em Lorena a 9 de outubro de 1896 e hoje comemoramos 124 anos do seu nascimento. Fez o curso Secundário no Ginásio S. Joaquim, de sua cidade natal, e no Colégio Brasil, de Ouro Fino (Minas). Prestou exames parcelados, matriculando-se, em 1930, na Faculdade de Direito de S. Paulo. Colou grau em 1934.Onde foi colega dentre outros de Miguel Reale, Lauro Cerqueira César, Demétrio Ivahy Badaró, Coriolano Nogueira Cobra. Conquistou, durante o curso acadêmico, o prêmio de sociologia "Almeida Júnior", com a monografia "O tipo social paulista". Entrou para o serviço público do Estado, em 1918, tendo sido, de 1916 a 1917, secretário da Prefeitura Municipal de Pindamonhangaba. Serviu, também, no Instituto de Higiene. No antigo Serviço Sanitário e, depois, no Departamento de Saúde fez a sua carreira até atingir o cargo de Consultor Jurídico. Redator dos ''Arquivos de Higiene e Saúde Pública", que organizou, e colaborador da "Revista do Arquivo Municipal". Nomeado técnico de administração do Instituto de Administração da Universidade de S. Paulo, aí exerceu a chefia do setor de direito (1946), passando, mais tarde, para as funções de Consultor Jurídico da Secretaria da Fazenda e da Assessoria Técnico-Legislativa, onde já servia em 1947.

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