quarta-feira, 14 de outubro de 2020

SUGESTÃO DE LEITURA - POEMAS E TROVAS

 SUGESTÃO DE LEITURA:

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PENSAMENTO:

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terça-feira, 13 de outubro de 2020

"COISAS CALADAS"

 SUGESTÃO DE LEITURA:

 "COISAS CALADAS" da IRMÃ OLGA DE SÁ.

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PENSAMENTO

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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

SUGESTÃO DE LEITURA

 -SUGESTÃO DE LEITURA: "O CULTO À DE DEUS NA TRADIÇÃO CATÓLICA do CÔNEGO JOSÉ GERALDO VIDIGAL DE CARVALHO.



-PENSAMENTO:

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domingo, 11 de outubro de 2020

FRANCISCO LEOPOLDO E SILVA

 Francisco Leopoldo e Silva nasceu em Taubaté (SP) no dia 10 de outubro de 1879 e morreu em São Paulo no dia 8 de novembro de 1948 aos 69 anos e hoje comemoramos 148 anos do seu nascimento. Filho do português Bernardo Leopoldo e Silva e de Ana Rosa Marcondes Leopoldo, de antiga família do Vale do Paraíba, os Marcondes de Taubaté e cidades vizinhas. Importante e conceituado escultor brasileiro. Foi seu irmão Dom Duarte Leopoldo e Silva (1867-1938) primeiro arcebispo de São Paulo (1908). Francisco Leopoldo e Silva iniciou seus estudos de escultura no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, na capital paulista, com orientação do mestre Amedeo Zani (1869-1944) e, em seguida, frequentou a Academia de França, em Paris, junto com o escultor ítalo-brasileiro Victor Brecheret (1894-1955). Posteriormente, em 1911, viajou para estudar em Roma (Itália), beneficiado por uma bolsa de estudos do Governo do Estado de São Paulo (Manuel Joaquim de Albuquerque Lins – 1852-1926), voltando ao Brasil em 1914 durante o Governo de Rodrigues Alves (1912-1916). Um ano após, retornou a Roma, onde teve como professor o grande escultor Arturo Dazzi (1881-1966) no Instituto de Belas-Artes. O aprendizado adquirido na Europa lhe proporcionou um sólido domínio nos processos técnicos de escultura, enfatizado nas proporções, volumes e dimensões da figura humana, principalmente no tema do nu artístico feminino, uma de suas principais marcas. Percebe-se também que, apesar do momento favorável ao estilo modernista, o escultor não foi notoriamente impactado pelo movimento, mantendo sua linha mais fidelizada aos padrões clássicos de representação. 

Entre seus prêmios e participações estão:
Escultura "Aretuza", em mármore, de Francisco Leopoldo e Silva, no Parque Trianon, na Av. Paulista.
1915 – Mostra coletiva em Roma;
1919 – Mostra junto a Victor Brecheret na Casina del Pincio, em Roma;
1922 – Medalha de ouro na 29ª Exposição Geral de Belas Artes, no Rio de Janeiro;
1923 – Mostra na 30ª Exposição Geral de Belas Artes, no Rio de Janeiro;
1995 – Realizou-se a mostra coletiva Expressões do corpo na escultura de Rodin, Leopoldo e Silva, De Fiori, Brecheret e Bruno Giorgi, no Espaço Cultural do Banco Safra, em São Paulo; remontada no Sesc Santos (SP), em 1998.
A escultura "Ubirajara", de autoria de Francisco Leopoldo e Silva, antes de sua restauração, no Largo Ubirajara, Belém, SP.
Durante sua carreira, projetou obras propensas a espaços abertos, como pode-se avistar pela cidade de São Paulo. Entre as principais temos: Índio Pescador (bronze), na Praça Oswaldo Cruz, no início da Av. Paulista; Aretuza (mármore), no Parque Tenente Siqueira Campos (Trianon), na Av. Paulista; Nostalgia (mármore), na Praça Professor Cardim, no Morumbi; e Ubirajara, no largo Ubirajara, no Bairro do Belém. Produziu estátuas tumulares de expressividade, como Nu, Interrogação, para o jazigo de Moacyr de Toledo Piza (1891-1922), e Solitudo, no túmulo do advogado Theodureto de Carvalho (?). Entre essas obras, o artista foi responsável pela autoria do primeiro nu artístico da cidade, em 1922, no Cemitério da Consolação. Algumas obras se encontram no acervo da Pinacoteca do Estado (tombos 152 e 153). A escultura Índio Pescador, obra premiada, se encontra na Praça Osvaldo Cruz, no início da Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, em estado de abandono, conforme se lê na Revista Veja São Paulo, nº 40. Sofreu influência de Rodin. Teve estúdio no Palácio Episcopal, no início dos anos vinte, quando era arcebispo seu irmão, na rua São Luís, onde é hoje a Biblioteca Municipal Mário de Andrade.

BIBLIOGRAFIA:

“Orientação do ensino de plástica”, Santos, Ed. Instituto D. Ana Rosa.

HOMENAGEM:

Rua Francisco Leopoldo e Silva, Jardim Andaraí, São Paulo - SP


O segundo e o quinto selos reproduzem esculturas que representam Jó e São Jerônimo, respectivamente, ambas as peças simbolizam a morte cristã e foram esculpidas em Roma por Francisco Leopoldo e Silva especialmente para o edifício.
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PENSAMENTO:

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sábado, 10 de outubro de 2020

ANTÔNIO LUÍS DA CÂMARA LEAL

ANTÔNIO LUÍS DA CÂMARA LEAL - nasceu em Taubaté a 10 de outubro de 1892. Fez o curso primário com seu pai, frequentando, a seguir, o Colégio S. Luís, de Itu (1902-1903), onde também cursou humanidades (1904-1909). Formado, em 1914, pela Faculdade de Direito de S. Paulo onde foi colega dentre outros de Deodato Monteiro de Barros e José Bonifácio de Andrada e Silva Neto. Foi juiz substituto da primeira turma nomeada em 1922, servindo de 1922 a 1925, quando foi exonerado a pedido. Advogado militante na Capital e em Mogi das Cruzes.

BIBLIOGRAFIA:

-"Teoria e Prática das Ações," l. S. Paulo, Saraiva, 1922;

-"Teoria e l. , S. Paulo, Saraiva, Prática das Ações"1922 ;

- ''Do depoimento pessoal", S. Paulo, Saraiva, 1922 ;

-"Manual elementar de direito civil", S. Paulo, Saraiva, 1930, 3 vols.

-"Efeitos civis do julgamento criminal", S. Paulo, Saraiva, 1930 ;

-"Comentários ao Código do Processo Civil e Comercial do Estado Novo", S. Paulo, 1933 ;

-"Da prescrição e da decadência", S. Paulo,

-"Código Saraiva, 1939, 464 p. , 14 cm. ; do Processo Civil e Comercial do Estado de S. Paulo comentado", S. Paulo, Saraiva, 5 vols. ;

-"Comentários ao Código do Processo Penal Brasileiro", Rio, Freitas Bastos, 4 volumes.;

-"Comentários ao Código do Processo Civil Brasileiro", Rio, Editora "Revista Forense", 5 volumes.
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CURIOSIDADE:

HOJE É O "DIA NACIONAL DO ESCRITOR" E "DIA NACIONAL DA LITERATURA" NA FINLÂNDIA.
PARABÉNS A TODOS OS ESCRITORES FILANDESES.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2020

JOSÉ CARLOS DO PATROCÍNIO

 JOSÉ CARLOS DO PATROCÍNIO nasceu em Campos dos Goytacazes (RJ) no dia 9 de outubro de 1853 e morreu no Rio de Janeiro (RJ) no dia 29 de janeiro de 1905 aos 51 anos e hoje comemoramos 167 anos do seu nascimento. Importante farmacêutico, jornalista, escritor, orador e ativista político brasileiro. Destacou-se como uma das figuras mais importantes dos movimentos Abolicionista e Republicano no país cognominado de 'TIGRE DA ABOLIÇÃO'. Foi também idealizador da Guarda Negra, que era formada por negros e ex-escravos. Filho de João Carlos Monteiro (?) vigário da paróquia de Campos dos Goytacazes e orador sacro de reputação na Capela Imperial, com Justina do Espírito Santo (?), uma jovem escrava Mina de quinze anos, cedida ao serviço do cônego por D. Emerenciana Ribeiro do Espírito Santo (?), proprietária da região. Numa homenagem a Alberto Santos Dumont (1873-1932), realizada no Teatro Lírico, quando discursava saudando o inventor, foi acometido de uma hemoptise, sintoma da tuberculose que o vitimou. Faleceu pouco depois aquele que é considerado por seus biógrafos o maior de todos os Jornalistas da abolição.

BIBLIOGRAFIA:
1875: Os Ferrões, quinzenário satírico, 10 números, em colaboração com Dermeval Fonseca;
1877: Mota Coqueiro ou A pena de morte, romance;
1879: Os retirantes, romance;
1883: Manifesto da Confederação Abolicionista;
1884: Pedro Espanhol, romance;
1885, 17 de maio: Conferência pública, no Teatro Politeama, em sessão da Confederação Abolicionista;
"Associação Central Emancipadora", 8 boletins.






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PENSAMENTO:
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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

ANTONIO NOGUEIRA DE SÁ

 ANTONIO NOGUEIRA DE SÁ - nasceu em Lorena a 9 de outubro de 1896 e hoje comemoramos 124 anos do seu nascimento. Fez o curso Secundário no Ginásio S. Joaquim, de sua cidade natal, e no Colégio Brasil, de Ouro Fino (Minas). Prestou exames parcelados, matriculando-se, em 1930, na Faculdade de Direito de S. Paulo. Colou grau em 1934.Onde foi colega dentre outros de Miguel Reale, Lauro Cerqueira César, Demétrio Ivahy Badaró, Coriolano Nogueira Cobra. Conquistou, durante o curso acadêmico, o prêmio de sociologia "Almeida Júnior", com a monografia "O tipo social paulista". Entrou para o serviço público do Estado, em 1918, tendo sido, de 1916 a 1917, secretário da Prefeitura Municipal de Pindamonhangaba. Serviu, também, no Instituto de Higiene. No antigo Serviço Sanitário e, depois, no Departamento de Saúde fez a sua carreira até atingir o cargo de Consultor Jurídico. Redator dos ''Arquivos de Higiene e Saúde Pública", que organizou, e colaborador da "Revista do Arquivo Municipal". Nomeado técnico de administração do Instituto de Administração da Universidade de S. Paulo, aí exerceu a chefia do setor de direito (1946), passando, mais tarde, para as funções de Consultor Jurídico da Secretaria da Fazenda e da Assessoria Técnico-Legislativa, onde já servia em 1947. 


BIBLIOGRAFIA: 

''O tipo social paulista", monografia, S. Paulo, 1933;
-"Direitos fundamentais do funcionário público", S. Paulo, 1933;
-''Em prol do funcionalismo público", estudos, S. Paulo, Instituto de Administração, 1934, 79 p. ;
-"O funcionalismo público no anteprojeto da Constituição Paulista", s. Paulo, 1935 ;
-“A propósito da competência municipal em matéria sanitária", S. Paulo, Imprensa Oficial, 1936, 305 p., 23x18 cm. ; -
'Do controle administrativo sobre as autarquias", S. Paulo, Ed. Leia, 1952.

Quid Carius libello meo? 
O que é mais caro para o meu livro?
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PENSAMENTO

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