quinta-feira, 21 de setembro de 2023

AGENDA CULTURAL

CONVITE 



=================
================================================
MOSTRA FILATÉLICA

================================================
P E N S A M E N T O
"NUNCA SE PERCEBE O QUE JÁ FOI FEITO; A GENTE SÓ NOTA O QUE AINDA ESTÁ POR FAZER"
(MARIE CURIE)
=============================================

quarta-feira, 20 de setembro de 2023

JOÃO BATISTA JULIÃO

JOÃO BATISTA JULIÃO nasceu em Silveiras (S.P) no dia 19 de setembro de 1886 e faleceu na mesma cidade, em 20 de maio de 1961 aos 75 anos e hoje comemoramos 137 anos do seu nascimento. Sua iniciação musical se fez como participante de banda dirigida por Desidério Alves Leite. Em 1904, foi para Mogi das Cruzes, onde participou da Corporação Musical Guarani. Passou a reger a Corporação Musical União Mogiana, fruto da união das bandas Guarani e Euterpe, ambas de Mogi das Cruzes, até 1914. Nessa época, começou a compor e escrever revistas para teatro. Seus estudos superiores começam em 1912, no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, orientado por Savino de Benedictis (1883-1971) e Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e Silva Júnior (?).Fundou no ano seguinte o Instituto Musical de Mogi das Cruzes e, ao concluir seu curso, assumiu a função de mestre de capela da igreja matriz da cidade. Anos depois, seguiu para o Rio de Janeiro, onde se especializou no Conservatório Nacional de Canto Orfeônico e obteve o primeiro registro junto ao Ministério de Educação e Saúde como professor de canto orfeônico. Assim titulado, assumiu a cadeira de música e canto orfeônico da penitenciária-modelo do Estado de São Paulo. Tornou-se colaborador do maestro João Gomes Júnior (1871-?), na preparação dos alunos de grupos escolares, por ocasião da comemoração do Centenário da Independência, em 1922. Por esse tempo, foi efetivado como professor da Escola Normal Padre Anchieta, São Paulo. Em 1927, fundou com outros músicos o Instituto Musical de São Paulo. Fundou a Academia Brasileira de Música- cadeira nº 30 – cujo patrono é Alberto Nepomuceno e ocupado atualmente por João Guilherme Ripper (1959). Em 1944, teve a missão de elaborar um plano para o ensino de canto orfeônico. Em 1949 passou a dirigir o curso de canto orfeônico do Instituto de Educação Caetano de Campos, transformado posteriormente em Conservatório Estadual de Canto Orfeônico. Foi iniciativa sua a fundação do Conservatório de Canto Orfeônico, que tem hoje seu nome ligado à Universidade Católica de Campinas, São Paulo. Dentre suas composições encontram-se peças para piano e violino e música sacra. Publicou Chave para os cadernos de exercícios caligráficos e análise musical, São Paulo, 1922.
Professor e compositor.
***********************************************************************************************
*************************





=================
================================================
MOSTRA FILATÉLICA

================================================
P E N S A M E N T O
"SORRINDO, O HOMEM DUPLICA A CAPACIDADE QUE POSSUI"
(PROVÉRBIO ÁRABE)
=============================================

terça-feira, 19 de setembro de 2023

JOÃO FRANCISCO DE OLIVEIRA GODÓI E AGENDA CULTURAL

JOÃO FRANCISCO DE OLIVEIRA GODÓI nasceu em Pindamonhangaba no dia 19 de setembro de 1867 e hoje comemoramos 156 anos do seu nascimento. Ele foi casado com Teresa Alencastro Caiado Godói e foram pais de Albatênio Caiado Godói e Claro Augusto Godói. Fez os estudos primários na escola particular do professor Evaristo Correia dos Santos. Cursou humanidades no “Ateneu Paulista”, no Colégio Redenção e no Seminário Episcopal. Formado, em 1888, pela Faculdade de Direito de São Paulo onde foi companheiro de escola, dentre outros, de Alberto Júlio Pinto Pacca (juiz de direito), Álvaro Gomes da Rocha Azevedo (político), Alfredo da Cunha Bueno (juiz de direito), Augusto Cochrane de Alencar (diplomata). Foi promotor público em Goiás, onde chegou a desembargador da Corte de Apelação, tendo sido também chefe de Polícia. Colaborador da ''Revista Genealógica Brasileira" e membro do Instituto Genealógico Brasileiro. Quando acadêmico, foi funcionário da Fazenda Nacional em São Paulo. Removido para Pernambuco, recusou a transferência, preferindo dedicar-se a magistratura. Historiador e genealogista.

BIBLIOGRAFIA:
"Esboço genealógico da família João Batista de Alencastro e seus ramos Alencastro Caiado e Alencastro Veiga", in "Revista Genealógica Brasileira'’ São Paulo, 1948.


==================================================================
*****************************************************************



=================
================================================

================================================
P E N S A M E N T O
"A VINHA DÁ A UVA E A INDÚSTRIA DÁ A FÓRMULA, MAS O VINHO É UM PRODUTO DO TEMPO"
(O.E.S.P. 30-7-1995)
=============================================

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

FRANCISCO SODERO TOLEDO & AGENDA CULTURAL

Francisco Sodero Toledo nasceu no dia 18 de setembro de 1945, na cidade de Silveiras, e reside em Lorena. É Professor, escritor e historiador. Licenciado cm História, Filosofia e Pedagogia; pós-graduado em História da Civilização brasileira pela Universidade de São Paulo e mestre em Educação pelo Centro Universitário Salesiano. Exerceu os cargos de diretor do antigo Instituto de Educação de "Conselheiro Rodrigues Alves" de Guaratinguetá (1971 a 1973), de Diretor Regional de Ensino da Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo com sede em São José dos Campos (1987 a 1991) e de presidente do Instituto de Estudos Valeparaibano. Exerce as funções de docência e de pesquisador junto à Unisal Lorena e na Escola de Engenharia de Lorena (EEL - USP). Membro fundador do Instituto de Estudos Valeparaibanos, em 1973 e da Academia de Letras de Lorena. Recebeu os seguintes prêmios: “Troféu Piraquara" como "Intelectual Valeparaibano de 1988"; o prêmio Jornal Guaypacaré, em 1990, o Prêmio Eugênia Sereno, pelo IEV, no ano de 2006 e Comenda Clotário Cintra de Andrade pela Câmara Municipal de Silveiras em 2016. Autor de duas dezenas de livros, dos quais ''O doutor Euclydes" em homenagem ao Patrono da Academia de Letras de Lorena.









=============================================
*************************************************




=================
================================================
P E N S A M E N T O
"A SEGURANÇA, O EQUILÍBRIO E A PAZ DE ESPÍRITO DÃO TRABALHIO, NÃO ACONTECEM DE FORMA ESPONTÂNEA" 
(O.E.S.P. 30-7-1995)
=============================================

domingo, 17 de setembro de 2023

JOSÉ RÉGIO & AGENDA CULTURAL

José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira nasceu na Vila do Conde no dia 17 de Setembro de 1901 e morreu na mesma cidade no dia 22 de Dezembro de 1969 aos 68 anos e hoje comemoramos 122 anos do seu nascimento. filho do ourives José Maria Pereira Sobrinho e de Maria da Conceição Reis Pereira, e aí viveu até acabar o quinto ano do liceu. Importante escritor, poeta, dramaturgo, romancista, novelista, contista, ensaísta, cronista, crítico, autor de diário, memorialista, epistológrafo e historiador da literatura portuguêsa, além de editor e diretor da influente revista literária Presença, desenhista , pintor, e grande conhecedor e colecionador de arte sacra e popular.
HOMENAGENS:
Tem uma biblioteca e uma escola secundária com o seu nome em sua terra natal Vila do Conde e uma escola do ensino básico em Portalegre.
Em 22 de dezembro de 2020, num ato integrado nas comemorações da Evocação do Cinquentenário da morte de José Régio, foi inaugurada uma escultura figurativa não realista, alusiva ao poeta em Portalegre, na Praça da República, entre a sua Casa e o antigo Liceu. Os autores da obra foram Maria Leal da Costa (1964) e José Luís Hinchado Morales (1965).
BIBLIOGRAFIA

Poesia
1925 — Poemas de Deus e do Diabo - o poema ‘Cântico Negro’ é dedicado a Sofia D’Orey.
1929 — Biografia
1936 — As Encruzilhadas de Deus
1941 — Fado
1945 — Mas Deus é Grande
1954 — A Chaga do Lado
1961 — Filho do Homem
1968 — Cântico Suspenso
1970 — Música Ligeira: volume póstumo, org. Alberto de Serpa (Prémio Nacional de Poesia 1970 da Secretaria de Estado da Informação e Turismo (SEIT).
1971 — Colheita da Tarde: volume póstumo, org. Alberto de Serpa.
Ficção
1934 — Jogo da cabra-cega
1941 — Davam grandes passeios aos domingos
1942 — O príncipe com orelhas de burro – História para crianças grandes – Romance
1945 — A velha casa I - Uma gota de sangue
1946 — Histórias de mulheres (inclui O vestido côr-de-fogo)
1947 — A velha casa II - As raízes do futuro
1955 — A velha casa III - Os avisos do destino
1960 — A velha casa IV - As monstruosidades vulgares (Prémio Diário de Notícias em 1961)
1962 — Há mais mundos (Grande Prémio de Novelística da SPE em 1963).
1966 — A velha casa V - Vidas são vidas
Ensaio, Crítica, História da Literatura
1925 — As correntes e as individualidades na moderna poesia portuguesa.
1936 — Críticos e criticados
1937 — António Botto e o amor
1940 — Em torno da expressão artística
1941 — Pequena história da moderna poesia portuguesa
1964 — Ensaios de interpretação crítica
1967 — Três ensaios sobre arte
1977 — Páginas de doutrina e crítica da Presença (recolha póstuma).
Teatro
1936 — Sonho de uma véspera de exame (estreia em 30.03.1936, no Teatro Portalegrense, em Portalegre, publicada em 1989).
1940 — Jacob e o anjo (estreia em 31.12.1952, no Studio des Champs-Élysées, em Paris, encenação de Jacques Charpin); a publicação desta peça em Primeiro Volume de Teatro inclui ainda a 1.ª versão de 'Três máscaras').
1940 — Sou um homem moral
1947 — Benilde ou a virgem-mãe (estreia em 25.11.1947, no Teatro Nacional, em Lisboa, encenação de Amélia Rey-Colaço).
1949 — El-Rei Sebastião (estreia em 19.10.1985, no Cine-Teatro Crisfal, em Portalegre, encenação de Carlos César).
1953 — Jacob e o anjo (2.ª versão).
1954 — A salvação do mundo (estreia em 28.04.1956, no Teatro da Casa da Comarca de Arganil, em Lisboa, encenação de Claude-Henry Frèches).
1957 — Três peças em um acto: Três máscaras - 2.ª versão; O meu caso (escrito em 1950, estreia em 1963, no Liceu de Viseu, encenação de Osório Mateus); Mário ou Eu Próprio - O Outro (estreia em 17.05.1958, no Teatro Avenida, de Coimbra, encenação de Paulo Quintela).
1967 — O judeu errante
1984 — Três máscaras (ópera - estreia no Teatro de S. Carlos com música de Maria de Lourdes Martins).
Autobiografia
1971 — Confissão dum homem religioso - páginas íntimas
1994 — Páginas do diário íntimo
Correspondência
1986 — Correspondência com Jorge de Sena.
1989 — Correspondência com Flávio Gonçalves.
1994 — Correspondência (antologia)
1994 — Correspondência com António Sérgio.
1997 — Correspondência familiar (cartas a seus pais).
2001 — Cartas a seu irmão Apolinário.
2007 — Correspondência com Vitorino Nemésio.
2008 — Correspondência com Álvaro Ribeiro.
2015 — Correspondência com seu irmão Antonino.
2016 — Correspondência com Eugénio Lisboa.


MARCADO EM VERMELHO 
O SELO EM HOMENAGEM A JOSÉ RÉGIO
*************************************************

=================
================================================
P E N S A M E N T O
"HÁ COISAS EM QUE SÓ ACREDITAMOS DEPOIS QUE SABEMOS. E HÁ COISAS QUE SÓ SABEMOS QUANDO ACREDITAMOS." (SANTO AGOSTINHO)
=============================================

sábado, 16 de setembro de 2023

LAURENCE J. PETER & AGENDA CULTURAL

Laurence J. Peter nasceu Vancouver (Canada) no dia 16 de setembro de 1919 e morreu em Palos Verdes Estates (USA) no dia 12 de janeiro de 1990 aos 71 anos e hoje comemoramos 104 anos do seu nascimento. Importante educador e administrador canadense, mais conhecido do público em geral por sua formulação do "Princípio de Peter". Ele se tornou muito famoso em 1968, na publicação de "O Princípio de Peter", em que ele afirma: "Numa hierarquia todo empregado tende a subir até seu nível de incompetência no tempo de cada posto tende a ser ocupado por um funcionário que é incompetente para realizar suas funções...O trabalho é realizado pelos funcionários que ainda não atingiram o seu nível de incompetência." O Princípio de Peter tornou-se um dos princípios mais profundos de gestão da Universidade do Sul da Califórnia. É um princípio muito citado na Marshall School of Business. O seu livro foi publicado em vários países.

*************************************************



=================


================================================
PENSAMENTO
"O COMPANHEIRO SÁBIO É UM IRMÃO" (HOMERO)
================================================

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

JOSÉ ANIBAL MARCONDES MACHADO & AGENDA CULTURAL

JOSÉ ANIBAL MARCONDES MACHADO nasceu em Pindamonhangaba (SP) no dia 18 de setembro de 1880 e hoje comemoramos 143 anos do seu nascimento. Estudou as primeiras letras no Liceu do Sagrado Coração de Jesus, desta Capital. Frequentou, depois, a escola pública do professor Joaquim Lopes da Silva. Cursou. em seguida a Escola Americana e o Colégio Ivaí. Matriculou-se, mais tarde, no Curso Anexo à Faculdade de Direito, onde fez todos os preparatórios para ingressar neste estabelecimento de ensino superior, tendo frequentado o primeiro ano. Não continuou os estudos, por ter preferido dedicar-se ao jornalismo. Trabalhou, sucessivamente, no ''Comércio de S. Paulo", na “A Nação” , no ''Correio Paulistano", no jornal católico "S. Paulo", na ''A Plateia" e no Estado de S. Paulo". Mais tarde, secretariou o “Comércio de S. Paulo”, a ''Folha da Noite", até pouco tempo antes da revolução de 1930 e ''A Plateia", na fase de Pedro Cunha. Publicou vários jornais. entre os quais: ''Correio da Noite", "A Notícia", ''A Hora", ''A Ronda", todos diários, e "A Ronda Ilustrada", "lustração Paulista" e "São Paulo Ilustrado". Enfim, militou no jornalismo desde 1896 e nele continuou como redator do ''O Estado de S. Paulo". Escreveu, também, para o teatro. Foi o primeiro taquígrafo da Câmara Municipal de S. Paulo e o organizador dos seus primeiros anais, ao tempo da presidência do dr. Getúlio Monteiro. Em fins de novembro de 1948, começou a publicar no "Estado" lembrando as “Memórias de um repórter", coisas e fatos de S. Paulo antigo. Sócio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais, na categoria de fundador ; da Associação Paulista de Imprensa ; da Associação dos Profissionais de Imprensa de S. Paulo; e da Sociedade Paulista de Escritores. Jornalista, historiador, biógrafo, teatrólogo, memorialista etc.
BIBLIOGRAFIA: -
''Almanaque Antártica para 1905" de colaboração. com Oscar Nascimento e Alfredo Norfini, S.Paulo, Tip. D. Anicucci, 1905, 240 p.
-“Cemitério alegre”, farsa em dois atos representada pelo grupo amador do Eder Clube;
-"Jornal de cavação", revista, levada à cena pela Companhia Arruda;
-“Memórias de um repórter”, in ''Estado de S. Paulo", a partir de 2-11-1948.
================================================


=================

================================================