segunda-feira, 30 de setembro de 2019

HUGO DI DOMÊNICO

 HUGO DI  DOMÊNICO era natural da cidade de Lorena-SP onde nasceu no dia 4 de agosto de 1914 e faleceu em Taubaté-SP no dia 04 de abril de 2014 aos 99 anos e comemoramos 105 do seu nascimento. Ele era filho de Francesco Di Domenico e Catharina Pezzutti Di Domenico, italianos da província de Salerno, às margens do Tirreno, que antes de aportarem no Brasil tiveram passagem pelo Congo belga. Hugo fez seus estudos preliminares em sua cidade natal. Primeiro no Grupo Escolar Conde de Moreira Lima, e depois, como aluno externo, no Ginásio São Joaquim. Em 1931, inicia seu curso de medicina pela Universidade do Rio de Janeiro na faculdade instalada em belíssimo prédio da Praia vermelha. Depois de concluídos seus estudos universitários, em dezembro de 1936, Dr. Hugo regressa para o Vale do Paraíba, fixa residência na cidade de Taubaté-SP e, de imediato, ingressa no Corpo Clínico do Hospital Santa Isabel, substituindo o renomado Dr. José Luiz Cembranelli, na chefia da Enfermaria de Clínica Médica de Mulheres. No mesmo hospital, ainda, seria Diretor do Serviço de Pronto Socorro, Chefe dos Serviços de Patologia e de Prontuário Médico, Diretor Clínico e Membro do Conselho Técnico Administrativo. Também foi Diretor do Hospital Universitário. No serviço público atuou como Diretor do Centro de Saúde de Taubaté – onde também foi Chefe da Equipe Médico-Odontológica –, técnico operador de Raios X do Serviço Nacional de Tuberculose, médico do SAMDU (Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência), Médico do 5º BC da Força Pública do Estado de São Paulo, Médico estagiário do 1º Regimento de Artilharia Montada (RJ), onde fez curso de Medicina de Guerra, sendo nomeado 2º Tenente Médico da Reserva de Segunda Classe. No ensino, atuou como Professor Assistente de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Taubaté, professor do curso de Enfermagem e Primeiros Socorros de Taubaté, presidente da banca examinadora de Língua Portuguesa (1967-1970), integrante da comissão encarregada de elaborar o projeto de regulamentação do Hospital Santa Isabel como Hospital Escola e membro da Comissão de Assessoria Permanente dos Assuntos Didáticos Assistenciais. No campo da cultura e da literatura, Dr. Hugo não foi menos profícuo. Foi diretor dos departamentos de Cultura da Associação Paulista de Medicina (Regional Taubaté), da Prefeitura Municipal de Taubaté e do Taubaté Country Club. Foi membro da comissão organizadora da Escola de Belas Artes de Taubaté, da Sociedade de Filosofia, Ciência, Letras e Artes e do Clube de Poesia. Foi sócio do Clube dos Trovadores de Taubaté e membro do Instituto de Estudos Valeparaibanos (IEV). Tem assento em duas academias literárias da região Valeparaibana, Lorena e Taubaté. Foi eleito Membro Titular, pela Academia Taubateana de Letras, para ocupar a cadeira nº 14 - Patrono: Paulo Camilher Florençano. Foi, também, membro fundador da Academia de Letras de Lorena. Um dos fundadores, em 1949, do jornal Tabaeté, órgão político e cultural do antigo Partido de Representação Popular, Dr. Hugo sempre foi assíduo colaborador da imprensa local. Por tamanha e expressiva atividade, Hugo Di Domenico foi agraciado, em 1982, com o título de Cidadão Taubateano e, em 1998, foi aceito como Membro Honorário do Rotary Clube de Taubaté.
BIBLIOGRAFIA:
-Manual Prático de Ondas Curtas em Medicina (em colaboração com G. Lapawa)
-Virgílio Várzea (Separata da Revista Paulista de Medicina, vol. 5, n. 10, 1969)
-Cruz e Souza (Separata da Revista Paulista de Medicina, vol. 81, janeiro, 1973)
-Considerações sobre a etimologia do topônimo Taubaté (Separata da Revista Paulista de Medicina, vol. 86, setembro/outubro, 1975)
-Toponímia e Nomenclatura Indígenas do Município de Taubaté. ----Prefeitura Municipal de Taubaté, Taubateana n. 3, 1976.
-O Topônimo Pindamonhangaba, em razão de sua etimologia e dentro do quadro da primitiva penetração civilizadora do Vale do Paraíba. Preleção no curso de História de Pindamonhangaba promovido pelo Conselho Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Pindamonhangaba.
-Fitonímia e Zoonímia Indígenas do Município de Taubaté. Prefeitura Municipal de Taubaté, Taubateana n. 9, 1981.
-A variante Tabebaté – seu ajustamento e valor etimológico no estudo do topônimo Taubaté. Ângulo – Cadernos das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila, Lorena, 1988, n. 37, jan/mar.
-Ensaio lingüístico – O dual. A dualidade. Ângulo, n. 23-24, Lorena.
-A medicina no Folclore
-Caminhos da Alma – poesia em prosa e verso.
-Estudos de Tupi
-Léxico Tupi-Português – com aditamento de vocábulos de outras procedências indígenas. Taubaté, Editora da Unitau, 2008, 1087p.





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domingo, 29 de setembro de 2019

ANTONIO DE GODÓI MOREIRA E COSTA (23)

Antônio de Godói Moreira e Costa - "Antônio de Godói". Nasceu em Pindamonhangaba no dia 23 de setembro de 1873 e morreu em São Paulo no dia 29 de abril de 1905 aos 32 anos e comemoramos este mês 146 anos do seu nascimento. Feitos os estudos preliminares e de humanidades, matriculou-se, em 1890, na Faculdade de Direito de S. Paulo. Bacharelou-se em 1894. Quando acadêmico, colaborou em vários jornais e revistas paulistas. Escreveu para a " Revista Literária", de Amadeu Amaral; ' 'Álbum", de Artur Azevedo; e "A Semana", de Valentim Magalhães. Foi delegado do governo federal junto ao Ginásio do Estado, 4º, 2º e 1º delegado auxiliar da capital. Ocupou o cargo de redator secretário do ''Correio Paulistano", que deixou para assumir a chefia da Polícia de S. Paulo. Redigiu "O Brasil" (1889) e colaborou no ' 'Gil Braz" (1903) e em 'Nova Cruz" (1905). Com Mário Tavares, Elói  Chaves e Plínio de Godói, foi redator, ao tempo de estudante, do periódico literário "Viola". No "Correio Paulistano", escreveu uma Série de crônicas sob a epígrafe "Naipes de pau" e "Cartões postais'. Foi Herculano de Freitas quem o atraiu para esse matutino, que então contava com a colaboração de Amadeu Amaral (1875-1929), Venceslau de Queiroz (1863-1921), Pedro Augusto Gomes Cardin (1865-1932), Alberto de Sousa e Batista Pereira. Adotou, as vezes, o pseudônimo de "Silvestre da Mata". Foi com o de ' 'Egas Muniz" que assinou as croniquetas de "Cartões postais". Gostava de equitação, pelota, tiro, etc. Poeta, cronista, "conteur" e historiador. ' 'A Vida, qualquer que seja - dizia Goethe - é bela". E a vida de Antônio de Godói foi belíssima, proveitosa, magnifica (José Augusto Fernandes). "Antônio de a meu ver, era mais cronista de que outra coisa. Além disso, como "causeur" (Que ou quem consegue desenvolver uma conversa de modo brilhante ou encantador.) , poucos havia iguais a ele" (Venceslau José de Oliveira Queiroz  - o Baudelaire paulistano). "... uma criatura de alta espécie" (Alcântara Machado). "Nunca quis ser em letras senão um diletante" (Antônio Sales). 
BIBLIOGRAFIA:
'"Dioguinho. Narrativa de um cúmplice em dialeto", sob o pseudônimo de "'Silvestre da Mata", S. Paulo, Ed. Tip. Bentley Júnior, 1903, 182 p., 15x11 cm. ; "Crônicas de Egas Muniz' contos, crônicas, critica, etc, com prefácio de Venceslau de Queiroz, S. Paulo, Ed. Carlos Gerke & Rothschild, 1906, 252 p. , 22x15 cm. ; "Poesias" Obra póstuma, com prefácio de Antônio Sales, S. Paulo. Ed Tip. Carlos Gerke & Rothschild' 1906, 49 p. ; "Excursão ilha do Búzio", de parceria com Alberto de Sousa, S. Paulo, 1906 ; C' Da romaria in "Sonetos Brasileiros' de Laudelino Freire ; também, in "Coletânea de Poetas Paulistas", por Enéas de Moura. Rio, Minerva, 1951, p. 58 ; "Hélade herbica", soneto, in "Poetas Pindenses' , por João Martins de Almeida, "Tribuna do Norte", Pindamonhangaba ; "A palmeira" e "Mengão' in "Poetas do Norte de S. Paulo", por Inocêncio Candelária, "Gazeta de Mogi", 2-12-1951

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sábado, 28 de setembro de 2019

JOSÉ BENEDITO SALGADO

JOSÉ BENEDITO SALGADO - Nasceu em Pindamonhangaba no dia 27 de setembro de 1919 morreu na mesma cidade no dia 19 de outubro de 1945 aos 26 anos e estamos comemorando o seu centenário de nascimento Prestou exames de admissão e cursou, até a 3ª Série, o externato Pedro II, do Rio de Janeiro. A 4ª Série ginasial fê-la no extinto Ginásio Municipal de Pindamonhangaba, tendo concluído o curso no Instituto Superior de Preparatórios da Capital Federal. Juntamente com o seu irmão mais velho, Vicente de Paula Salgado, ingressou nos meios radiofônicos do Rio de Janeiro, formando a dupla caipira "Tar e quar' , que executava canções regionais e folclóricas. Durante longa enfermidade, em que lhe foi amputada uma perna, escreveu vários trabalhos para a inauguração do teatrinho do Ginásio de Pindamonhangaba. Poeta, teatrólogo etc.
BIBLIOGRAFIA:
"0 diabo disse... sim" peça teatral;
"Restaurante internacional", idem;
"O expedicionário" , idem;
"História de um lenço", poesia, in "Poetas Pindenses", por João Martins Almeida, 

"7 Dias", Pindamonhangaba.
HOMENAGEM:
Rua José Benedito Salgado - \centro - Pindamonhangaba.

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

EULA LEE KENNEDY LONG

EULA LEE KENNEDY LONG - Nasceu em Taubaté a 25 de setembro de 1891 e morreu em 1979 aos 88 anos e comemoramos 128 anos do seu nascimento. Fez o curso primário no Colégio Fluminense, do Estado do Rio. Cursou, depois, o Knoxville High-School (Estados Unidos), o Mackenzie College, de S. Paulo, e o Randolph-Macon Woman's College, Lynchburg, Virgfnia (Estados Unidos) onde recebeu o diploma de bacharel em artes (1913). Casou-se com um ministro protestante. Publicou vários livros, tendo escrito todos os domingos, de 1914 a 1934, no "Diário de Notícias", de Porto Alegre. Colaboradora de "Hygea" "Bem-te-vi", "Voz Missionária", etc. Fez várias conferências sobre o Brasil e a América do Sul em 1941. Lecionando em três escolas de verão da Igreja Metodista. Escreveu artigos para "World Herald", "Christian Century". e "Boys and Girls". Em 1940, foi eleita s6cia correspondente da Academia Riograndense de Letras. Novamente na América do Norte, ali mantém um curso sobre a América Latina. De 1950 a 1934, foi colaboradora de Estado", do Rio Grande do Sul. Historiadora, educacionista, etc..
BIBLIOGRAFIA:
'Companheiro do lar", S. Paulo, Ed, Livraria Liberdade, 1924 ; 3.0 ed. , S. Paulo, Ed. Livraria Liberdade, s/d; "Conselho às mães". S. Paulo. Ed. Livraria Liberdade, 1926 ; reedições, s/d. ; "Corações felizes", Porto Alegre, Livraria do Globo, 1932. História das sociedades melodistas de senhoras no Rio Grande do Sul", Porto Alegre, Tip. Esperança, 1933, 44 p. ; "Exercícios bíblicos", S. Paulo. Ed. Livraria "Corações felizes", Liberdade, s/d. ; s. Paulo, Ed. Livraria Liberdade, 1941 ; "0utlook in Brasil", Friendship Press, New York, 1942, 64 p. ; "Mães de homens célebres", S. Paulo, Ed. Livraria Liberdade, 1941 ; 2.a ed., S. Paulo, Ed. Livraria Liberdade, s/d. ; "Corações felizes", 3ª ed., S. Paulo, Ed. Livraria Liberdade, 1943 ; 4ª ed. , S. Paulo. Ed. Livraria Liberdade, 1945 ; 5.L ed., S. Paulo, Ed. Livraria Liberdade, 1946.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

GENTIL EUGÊNIO DE CAMARGO LEITE

GENTIL EUGÊNIO DE CAMARGO LEITE - Nasceu em Taubaté, a 26 de setembro de 1900, filho de Eugênio de Souza Leite e de Maria Eugênia de Camargo Leite e faleceu na mesma cidade, em 3 de abril de 1983 aos 83 anos e hoje comemoramos 119 anos do seu nascimento. Aprendeu as primeiras letras com sua própria mãe, para, depois, matricular- cm escola elementar. Passou, depois, para uma escola paroquial, que funcionava na própria catedral de Taubaté. Fez o curso de humanidades no Seminário Episcopal e no Colégio Diocesano de sua terra natal. Mais tarde, matriculou-se na Escola Normal Secundária de S. Carlos do Pinhal, cujo curso não concluiu. Autodidata, entregou-se a estudos filológicos, à história e ao folclore, ao mesmo tempo em que colaborava na "Revista do Brasil", "Paulistânia", ' 'Folha da Manhã" ; "Correio Paulistano", Lábaro", 'Correio de Taubate ' , ' 'O Taubateano", • 'Correio do Vale do Paraíba", '"O Momento", "Revista do Arquivo Municipal" e outros Órgãos de imprensa. Em sua terra de nascimento, foi um dos fundadores e principal redator dos jornais ' 'Correio de Taubaté", ' 'O Taubateano", ' 'O Momento", "Revista Palas". Foi diretor do ' 'Correio do Vale do Paraíba" e um dos fundadores e presidente da Associação Norte Paulista de Imprensa (1927) hoje extinta. Mário de Andrade nomeou-o Delegado da Sociedade de Etnografia e Folclore, do Departamento de Cultura de S. Paulo, cm 1937. Monteiro Lobato convidou-o a assumir o cargo que ocupava na Cia. Edito a Nacional, quando de sua permanência na Argentina. Dedicou-se, em Taubaté, ao magistério, tendo regido as cadeiras de história, literatura, latim, português e francês no Colégio Diocesano Santo Antônio (1927-1933) ; de português e Califasia - a "arte de falar com boa dicção e elegância" (1929), de latim e sociologia (1934-1935) na Escola Normal, que dirigiu em 1936. Catedrático de latim do Colégio Estadual e Escola Normal "Monteiro Lobato", de Taubaté. Foi membro da comissão julgadora do concurso para provimento da cadeira de latim dos colégios e ginásios estaduais, realizado na Faculdade de Filosofia de S. Paulo, em 1943. Fundador da Sociedade de História e Folclore, de Taubaté. Delegado da Diretoria do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Ministério da Educação. Poeta, historiador, folclorista, linguista etc. Ao proferir palestra sobre o “Cinquentenário dos Sertões”, de Euclides da Cunha, em sessão do Rotary Club no Taubaté Country Club a 15/09/1952, o professor Gentil apresentou a ideia de se instituir em nossa cidade, a “Semana de Monteiro Lobato”, sob os auspícios do Rotary Club e do Jornal “A Tribuna”, sendo muito aplaudido pelos presentes. (A Tribuna, 16/09/1952). Seus estudos de caráter linguístico receberam elogiosos pareceres dos grandes mestres Antenor Nascentes e Arthur Reggio Nóbrega. Seu nome é citado em importantes obras: “Dicionário Bibliográfico Brasileiro” do MEC; “Dicionário de Autores Paulistas”; “Bibliografia do Folclore Brasileiro”; “Poetas Paulistas” de Pedro Worms.

HOMENAGENS –
- E.E. Prof. Gentil de Camargo - Estrada Municipal Dr. José Luiz Cembranelli, S/Nº, Parque Três Marias, CEP 12.081-010, Taubaté/SP, 
-Avenida Professor Gentil de Camargo – Jardim Sônia Maria – Três Marias e 
Patrono da Cadeira nº 04 da Academia Taubateana de Letras – ATL.

BIBLIOGRAFIA: ' 'Ortografia oficial", Taubaté, Ed. Araújo; "Ortografia oficial", 3.' ed., S. Paulo, Saraiva, 1939 ; 'Confiteor", "Em torno de um livro de impressões" e ' 'Gramática de Freud", poesias, in ' 'Poetas do Norte de S. Paulo", por Inocêncio Candelária, "Gazeta de Mogi", Mogi das Cruzes.

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ALUNOS DA USP CAMPUS LORENA E UNIFATEA
VISTAM A CASA DA CULTURA DE LORENA





VISITANDO A "MESA FILATÉLICA"

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

ANTÔNIO JOAQUIM ALVES MOTA SOBRINHO (ALVES MOTA SOBRINHO) 25

ANTÔNIO JOAQUIM ALVES MOTA SOBRINHO (ALVES MOTA SOBRINHO).
Nasceu em Guaratinguetá no dia 25 de setembro de 1925 e faleceu em São Paulo em 2012  aos 87 anos e hoje comemoramos 94 anos do seu nascimento . Começou a sua vida literária como colaborador de “O Eco” e “O Paraíba”, de sua cidade natal. Membro da Sociedade Paulista de Escritores, da Academia de Letras da Faculdade de Direito, onde ocupa de Almeida Nogueira etc. Contista. Bibliografia: “Bola preta”, contos, com prefácio de Cassio de Rezende, S. Paulo, Brasiliense 1949, 116 p.; “Província”, contos, com prefácio de Brito Broca, S. Paulo, Brasiliense, 1950, 117 p., 21x15 cm. "A Civilização Do Café", Alves Mota Sobrinho, 1968, 180 páginas, Editora Brasiliense, Peregrinações pelo Velho Mundo -1953 - 1994; Gama Rodrigues - Médico e Humanista - 1º Deputado Municipalista Brasileiro; Agostinho Mota - a Difícil Arte de Ser Franciscano.







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terça-feira, 24 de setembro de 2019

JOÃO FRANCISCO DE OLIVEIRA GODOI


JOÃO FRANCISCO DE OLIVEIRA GODOI, nasceu em Pindamonhangaba a 19 de setembro de 1867 fi­lho de Cla­ro de Go­doy Mo­rei­ra e Amé­lia Au­gus­ta de Oli­vei­ra Go­doy e morreu em Goiás no dia 24 de abril de 1948 aos 81 anos e comemoramos os 152 anos do seu nascimento. Fez os estudos primários na escola particular do professor Evaristo Correia dos Santos. Cursou humanidades no Ateneu Paulista, no Colégio Redenção e no Seminário Episcopal. Formado, em 1888, pela Faculdade de Direito de São Paulo. No ano seguinte era no­me­a­do ju­iz da Co­mar­ca de For­mo­sa da im­pe­ra­triz na dis­tan­te pro­vín­cia de Goiás. Pas­sou de­pois às co­mar­cas de Mor­ri­nhos, Ca­ta­lão, Pi­re­nó­po­lis, Ci­da­de de Go­i­ás, De­sem­bar­ga­dor pe­lo Tri­bu­nal de Jus­ti­ça de Go­i­ás e seu pre­si­den­te, che­fe de po­lí­cia. Em São Pau­lo, de on­de vi­e­ra, dei­xou Jo­ão Fran­cis­co de Oli­vei­ra Go­doy os ir­mãos Mar­ti­nia­no de Go­doy, Ma­ria Go­doy e Eu­gê­nia Go­doy, es­ta úl­ti­ma, ca­sa­da com o mú­si­co Va­len­tim de Bar­ros. Em Pin­da­mo­nhan­ga­ba re­si­di­am seus ir­mãos Lu­iz Gon­za­ga de Go­doy e Eli­sa Au­gus­ta de Go­doy Mi­né, ca­sa­da com Ma­nu­el Mon­tei­ro Cé­sar Mi­né. O jo­vem ju­iz , Jo­ão Fran­cis­co de Oli­vei­ra Go­doy e a po­e­ti­sa Te­re­za Cai­a­do, ena­mo­ra­dos, ini­ci­a­ram uma his­tó­ria de amor na be­la ci­da­de de Ri­car­do Pa­ra­nhos. O ca­sa­men­to se deu em 28 de ju­lho de 1892, na Ci­da­de de Go­i­ás. O jo­vem ca­sal pas­sou a re­si­dir nu­ma gran­de ca­sa na Rua 15 de no­vem­bro, tam­bém cha­ma­da de Rua da Es­tra­da, com quin­tal e mui­tas ár­vo­res, co­mo o gos­to da épo­ca na cidade de Goiás. Foi historiador e genealogista. Colaborador da ' 'Revista Genealógica Brasileira" e membro do Instituto Genealógico Brasileiro. Quando acadêmico, foi funcionário da Fazenda Nacional em São Paulo. 

Bibliografia: "Esboço genealógico da família João Batista de Alencastro e seus ramos Alencastro Caiado e Alencastro Veiga' In "Revista Genealógica Brasileira' , São Paulo, 1948.

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ACADEMIA DE LETRAS DE LORENA
REUNIÃO ADMINISTRATIVA
21-9-2019




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