terça-feira, 23 de abril de 2024

DIA INTERNACIONAL DO LIVRO & JAIR DA ROCHA BATALHA & AGENDA CULTURAL

O "Dia Internacional do Livro" teve a sua origem na Catalunha, uma região da Espanha. A data começou a ser celebrada em 7 de outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes (1547-1616) escritor espanhol. O escritor e editor valenciano, estabelecido em Barcelona, Vicent Clavel Andrés (1888-1967) propôs este dia para a Câmara Oficial do Livro de Barcelona. Em 6 de fevereiro de 1926, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera (1870-1930) aceitou a data e o rei Alfonso XIII (1886-1941) assinou o decreto real que instituiu a Festa do Livro Espanhol. No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes. Mais tarde, em 1995, a UNESCO instituiu 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, em virtude de a 23 de abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla (1897-1981) escritor catalão, e William Shakespeare (1564-1616) dramaturgo inglês. No caso do escritor inglês, tal data não é precisa, pois que em Inglaterra, naquele tempo, ainda utilizava o calendário juliano, pelo que havia uma diferença de 10 dias apara o calendário gregoriano usado em Espanha. Assim Shakespeare faleceu efetivamente 10 dias depois de Cervantes.



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JAIR ROCHA BATALHA nasceu em Lorena no dia 25 de abril de 1914 e comemoramos 109 anos do seu nascimento. Cursou o Ginásio Paulistano. Diplomado, em 1941 pela Faculdade de Direito da Universidade de S. Paulo onde foi colega do valeparaibano João Pinto Antunes nascido em Lorena(SP). Advogado e Historiador.
HOMENAGENS:
- Mogi das Cruzes homenageou-o dando o seu nome a uma Escola Municipal e uma rua,
-Patrono da Cadeira nº 22 da Academia Mogicruzense de História, Artes e Letras atualmente vaga.
Colaborador do periódico de cultura “Paiquerê”.

JAIR ROCHA BATALHA
FOTO AMHCL
BIBLIOGRAFIA:
“Gaspar Vaz, o fundador de Mogi das Cruzes, na conquista do Guairá”, história, in “Paiquerê”, Mogi das Cruzes, 2: 35-37, 1951.

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CONVITE

Na próxima sexta-feira, dia 26/04/2024, o Fórum_Euclides receberá dois convidados especiais, dentro do seminário ESPAÇO DE DIÁLOGO SOBRE NOVAS PESQUISAS EUCLIDIANAS. Os professores Cristiane Henriques Costa (UFRJ) e José Antonio M. Xexéo (IME) apresentarão os resultados de sua pesquisa sobre os "SEGREDOS DA GUERRA DE CANUDOS (1896-1897): TELEGRAMAS CRIPTOGRAFADOS SOBRE O FRACASSO DA EXPEDIÇÃO MOREIRA CÉSAR SÃO FINALMENTE DECIFRADOS". O mediador do debate será o mestrando em Crítica Cultural na UNEB, João Batista da Silva Lima, membro do Instituto Popular Memorial de Canudos.

✅Para fazer sua inscrição, aponte sua câmera para o QR code que está no card de divulgação ou clique no link a seguir (também está na bio do perfil): https://forms.gle/ExUtKW1dEKQhNDnv6

💠Aqui está, também, o link para o texto completo dos pesquisadores, publicado na Revista de História da USP: "Os segredos da Guerra de Canudos (1896-1897) - telegramas criptografados sobre o fracasso da expedição Moreira Cesar são finalmente decifrados" https://t.co/dXrmO1ISmu

🔆Aguardamos por todos vocês, para mais essa experiência de leitura crítica proporcionada por nosso projeto de extensão.

⭕O evento será certificado pela UFRJ. Não deixem de acompanhar as nossas redes:

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segunda-feira, 22 de abril de 2024

DR. WALDOMIRO BENEDITO DE ABREU & AGENDA CULTURAL

DR. WALDOMIRO BENEDITO DE ABREU nasceu em Pindamonhangaba (SP) no dia 24 de abril de 1914 e faleceu em sua terra natal no dia 21 de julho de 1999 aos 85 anos e comemoramos 110 anos do seu nascimento. Era filho de Benedito Leite de Abreu e Maria Benedita Silva Abreu. Foi advogado, político, poeta, escritor e, acima de tudo, um brilhante historiador. Era casado com a professora Olga Trigueirinho de Abreu, com a qual foi pai de três filhos: Rusenir, Ricardo e Roberto. Seu livro "Pindamonhangaba, Tempo e Face", é produto de muitos anos de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA
“Miudezas Filológicas”, reparos críticos a artigos do professor Francisco da Silveira Bueno, da Universidade de São Paulo, e as traduções do inglês de Samuel Ribeiro e de João Acioli, Araçatuba, 1942 (esgotado);
“Machado de Assis e um Crítico”, 2ª série de apostilas aos artigos do professor Silveira Bueno, Araçatuba, 1943 (esgotado);
“Algumas Notas para a História de Pindamonhangaba, edição dos Poderes Públicos Municipais de Pindamonhangaba, Gráfica TUPI Ltda. – Editora. Rio de Janeiro, 1957;
“Ninguém Fundou Pindamonhangaba”, artigo em Revista de História, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da USP, nºs. 97, 98, 99 e 101 (polêmica sobre a fundação de Pindamonhangaba, com o acadêmico dr. José Augusto César Salgado – 1971/1972);
“A Defesa dos Documentos Históricos – Imperativo da Soberania e Memória Nacionais”, Egetal, Taubaté, 1974 (trabalho aprovado pelo II Simpósio de História do Vale do Paraíba, reunido em julho de 1974, em Guaratinguetá. Versa o artigo 1.215, do Código de Processo Civil);
“Pindamonhangaba – Tempo & Face”, Prefeitura de Pindamonhangaba, 1977 – Editora Santuário, Aparecida -SP.



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FESTA LITERÁRIA DE LORENA  -  FLLOR

ÚLTIMO DIA

MESA I

"EUCLIDES DA CUNHA"


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MESA II

"PÉRICLES EUGÊNIO DA SILVA RAMOS"

OBS. CONTOU COM A PRESENÇA DO FILHO DO HOMENAGEADO

domingo, 21 de abril de 2024

HILDA HILST & AGENDA CULTURAL

Hilda de Almeida Prado Hilst, mais conhecida como Hilda Hilst, nasceu em Jaú (SP) no dia 21 de abril de 1930 e morreu em Campinas (SP) no dia 4 de fevereiro de 2004 aos 73 anos e hoje comemoramos 94 anos do seu nascimento. Importante poeta, ficcionista, cronista e dramaturga brasileira. É considerada pela crítica especializada como uma das maiores escritoras em língua portuguesa do século XX. Hilda de Almeida Prado Hilst foi a única filha do fazendeiro de café, jornalista, poeta e ensaísta Apolônio de Almeida Prado Hilst e de Bedecilda Vaz Cardoso. Seu pai era filho de Eduardo Hilst, imigrante originário da Alsácia-Lorena, e de Maria do Carmo Ferraz de Almeida Prado. O trabalho de Hilda Hilst aborda temas como misticismo, insanidade, erotismo e libertação sexual feminina. Hilst foi fortemente influenciada por James Joyce (1882-1941) e Samuel Beckett (1906-1989), e essa influência aparece em temas e técnicas recorrentes em seus trabalhos como o fluxo de consciência e realidade fraturada. Escreveu: 22 livros de poesia, 12 livros de ficção e 8 peças teatrais. Teve livros traduzidos para o francês, inglês, alemão, catalão, italiano e espanhol. Recebeu os seguintes prêmios: 1962 - Premio PEN Clube de São Paulo; 1969 - Premio Anchieta; 1977 - Premio Associação Paulista de Críticos de Arte de Melhor Livro; 1981 - Premio Associação Paulista de Críticos de Arte: Grande Prêmio da Crítica pelo Conjunto da Obra; 1984 - Premio Jabuti: 1985 - Premio Cassiano Ricardo do Clube de Poesia de São Paulo; 1994 - Prêmio Jabuti de Melhor Conto; 1997 - Ordem do Mérito Cultural e 2002 - Premio Moinho Santista de Poesia.

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FESTA LITERÁRIA LORENENSE
PROGRAMAÇÃO DE HOJE

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MESA I
LITERATURA LORENENSE
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MESA II
LORENA, ONTEM E HOJE - ENTRE LETRAS E CULTURA
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MESA III
COMPOSITORES E O PAPEL DA LITERATURA EM SUAS ESCRITAS
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sábado, 20 de abril de 2024

CARLOS TOLEDO RIZZINI & AGENDA CULTURAL

CARLOS TOLEDO RIZZINI nasceu em Buquira, hoje Monteiro Lobato, no Estado de São Paulo no dia em 18 de abril de 1921 e faleceu no dia 3 de outubro de 1992 aos 71 anos e hoje comemoramos 103 anos do seu nascimento. Formado em Medicina, exerceu a profissão durante alguns anos, mas decidiu-se pela Botânica, ingressando como naturalista, por concurso, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em 1946. Foi sistemata exímio. Identificava com extremo rigor e muita segurança espécies que lhe eram submetidos. Tornou-se especialista em vários setores, destacando-se a classe dos liquens e as famílias Acanthaceae, Lorantaceae e Cactaceae. Colaborou com seus serviços na Academia Brasileira de Ciências, atuando, durante anos, na publicação da Revista Brasileira de Biologia; na terminologia botânica do Novo Dicionário da Língua Portuguesa, de Aurélio Buarque de Holanda (Editora Nova Fronteira); Lorantáceas (6º. volume) no Dicionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas, de Manoel Pio Correa (edições de 1978 e 1984).
BIBLIOGRAFIA:
Deixou cerca de duzentos trabalhos científicos, fez publicar também os de natureza religiosa com seu nome completo, dentre os quais se destacam:
“Contribuição ao conhecimento da tribo Justiciae (Acanthaceae)”. Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 1949.
“Latim para biologistas”. 1ª edição pela Fundação Gonzalo Muniz, 1955. 201 p.; 2ª edição pela Academia Brasileira de Ciências, 1978.
“Esboço de um guia da literatura botânica”. Rio de Janeiro: Conselho Nacional de Pesquisas, Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, 1957. 81 p.
“Preliminares acerca das formações vegetais e do reflorestamento no Brasil central”. Ministério da Agricultura, 1962 (jan/fev). Volume 1, 40 p.











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CONVITE
HOJE
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FESTA LITERÁRIA LORENENSE
ABERTURA

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sexta-feira, 19 de abril de 2024

HERMÓGENES EDGAR PORTES & AGENDA CULTURAL

HERMÓGENES EDGAR PORTES – nasceu em Caçapava (SP) no dia 19 de abril de 1896 e faleceu em São Paulo no dia 8 de agosto de 1948 aos 52 aos e registramos 128 anos do seu nascimento. Fez os primeiros estudos em sua cidade natal no Grupo Escolar “Rui Barbosa”. Ocupou, na mocidade, o cargo de oficial do Registro Geral e de Hipotecas. Jornalista vocacional, aos 10 anos de idade distribuía folhetins manuscritos, escritos de parceria com Genaro Rodrigues (1896-?). Mais tarde, fundou, com Ledo Sousa (?) o periódico crítico e humorístico “O Parafuso” e, com Décio Abramo (1901-1934) a revista “Filmundo” e “Discos e Música”. Colaborou no “Jornal do Povo”, no “O Regional” etc. Em 1924, foi para a São Paulo, onde se fixou, tendo sido diretor da APISP. Em meio à vida de jornal e de boêmia, escreveu diversos livros. “Sem luar e sem sabiá”, foi censurado pelo D.C.I., que lhe cortou diversos trechos. A Biblioteca Municipal de Caçapava presta homenagem ao seu ilustre filho Hermógenes Edgar Portes. Poeta, contista, novelista etc.

BIBLIOGRAFIA:

“Mulheres de todo mundo”, contos e novelas, S. Paulo, Cia. Editora Nacional, 1927;
“Catecismo do P.R.P.”, S. Paulo, 1936;
“Sem luar e sem sabiá”, versos, obra mutilada pela Censura, S. Paulo, 1938;
“Versos e reversos das moedas brasileiras”, S. Paulo, 1940;
“Mulheres de todo o mundo”, 2.ª ed., S. Paulo, 1944.
“Sem luar e sem sabiá”, 2.ª ed., S. Paulo, Emp. Gráf. “Revista dos Tribunais”, 1948, 119 p.


1ª EDIÇÃO
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CONVITE


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quinta-feira, 18 de abril de 2024

JOSÉ BENTO RENATO MONTEIRO LOBATO & AGENDA CULTURAL

JOSÉ BENTO RENATO MONTEIRO LOBATO nasceu em Taubaté, Província de São Paulo, 18 de abril de 1882 – cidade de São Paulo, São Paulo, 4 de julho de 1948 aos 66 anos e hoje comemoramos 142 anos do seu nascimento. Foi um escritor, ativista, diretor e produtor brasileiro. Foi um importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. Seguido a seu precursor Figueiredo Pimentel (1869-1914) – ["Contos da Carochinha"]- da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo em contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, livros sobre a importância do ferro (Ferro, 1931) e do petróleo (O Escândalo do Petróleo, 1936). Escreveu um único romance, “O Presidente Negro”, que não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças, que entre as mais famosas destaca-se “Reinações de Narizinho” (1931), “Caçadas de Pedrinho” (1933) e “O Picapau Amarelo” (1939). Contista, ensaísta e tradutor, formado em Direito em 1904 na tradicional Faculdade de Direito do Largo de São Franciso, atuou como promotor público até se tornar fazendeiro, após receber herança deixada pelo avô. Diante de um novo estilo de vida, Lobato passou a publicar seus primeiros contos em jornais e revistas, sendo que, posteriormente, reuniu uma série deles no livro “Urupês”, sua obra prima como escritor. Em uma época em que os livros brasileiros eram editados em Paris ou Lisboa, Monteiro Lobato tornou-se também editor, passando a editar livros também no Brasil. Com isso, ele implantou uma série de renovações nos livros didáticos e infantis.

BIBLIOGRAFIA:
1921 - O Saci
1922 - Fábulas
1927 - As Aventuras de Hans Staden
1930 - Peter Pan
1931 - Reinações de Narizinho
1932 - Viagem ao céu
1933 - Caçadas de Pedrinho
1933 - História do Mundo para as Crianças
1934 - Emília no País da Gramática
1935 - Aritmética da Emília
1935 - Geografia de Dona Benta
1935 - História das Invenções
1936 - Dom Quixote das crianças
1936 - Memórias da Emília
1937 - Serões de Dona Benta
1937 - O Poço do Visconde
1937 - Histórias de Tia Nastácia
1939 - O Picapau Amarelo
1939 - O Minotauro
1941 - A Reforma da Natureza
1942 - A Chave do Tamanho
1944 - Os doze trabalhos de Hércules (dois volumes)
1947 - Histórias Diversas



CAPA DA 1ª EDIÇÃO




SELO HOMENAGEM A
MONTEIRO LOBATO
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Dia Nacional do Livro Infantil 18 de abril - é a data escolhida para celebrar a literatura infantil nacional. Isso porque, nesse dia, em 1882, nascia o escritor Monteiro Lobato, considerado o "Pai da Literatura Infantil Brasileira". Portanto, é uma data que celebra esse tipo de literatura e homenageia esse escritor, autor não só de textos para crianças, apesar de ser mais conhecido por eles.


SELO COMEMORATIVO
LITERATURA INFANTIL

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O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, também conhecido como Dia do Patrimônio Mundial, é uma celebração internacional realizada em 18 de abril de cada ano, em todo o mundo. A comemoração compreende diferentes atividades que destacam a importância do patrimônio cultural, incluindo visitas a monumentos e sítios patrimoniais, conferências, mesas redondas e artigos de jornal. A cada ano, a data traz um tema principal, como, por exemplo, o turismo sustentável, em 2017, e as paisagens rurais, em 2019. O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi proposto pelo Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS) em 18 de abril de 1982 e aprovado pela Assembléia Geral da UNESCO em 1983. O objetivo é conscientizar sobre a diversidade do patrimônio cultural da humanidade, sua vulnerabilidade e os esforços necessários para sua proteção e conservação.


350 ANOS DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO
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C  O  N  V  I  T  E


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quarta-feira, 17 de abril de 2024

FAUSTINO AUGUSTO CÉSAR & AGENDA CULTURAL

FAUSTINO AUGUSTO CÉSAR nasceu no dia 17 de abril de 1854 em Pindamonhangaba, onde faleceu a 3 de julho de 1943 aos 89 anos e comemoramos 170 anos do seu nascimento. Fez seus primeiros estudos, depois que aprendeu a ler nas escolas públicas de sua cidade natal, no Colégio S. Pedro de Alcantara. Em 1870 passou a frequentar o "Colégio Pedro II" e, quando cursava 0 3º ano, por motivos imperiosos abandonou os estudos. Regressou a Pindamonhangaba, dedicando-se lavoura. Em 1893, mudou-se para Lorena, onde adquiriu uma propriedade agrícola. Eleito vereador para o quatriênio 1899 e 1902 no último ano ocupou o lugar de Presidente da Câmara. Em 1903, foi eleito 1º Juiz de Paz. No triênio de 1908 a 1910, foi novamente eleito vereador e escolhido pelos seus companheiros para ocupar o lugar de Vice-Prefeito. Prefeito efetivo de 1911 a 1913. Em 1914, exerceu o cargo de Inspetor Municipal do ensino, fez o recenseamento da população escolar do município, cujo trabalho foi entregue à Câmara, levantou também o mapa do município lorenense. Em 1915, foi nomeado Coletor das Rendas do Estado, cargo que exerceu até setembro de 1934. Em 1928, escreveu a ''Resenha Histórica de Lorena”, tendo colaborado na imprensa lorenense. Permutando o seu cargo, voltou para Pindamonhangaba, em fevereiro de 1931. Político e historiador.

BIBLIOGRAFIA:
“Resenha Histórica de Lorena”, Lorena, Est. Gráf. São José, 1928, 154 páginas, 22x15 cm.

OBSERVAÇÃO:
“Resenha Histórica de Lorena” foi reeditada pela Sociedade Amigos da Cultura de Lorena no ano de 2000, Editora Stiliano.

1ª EDIÇÃO


2ª EDIÇÃO
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CONVITE
FEIRA LITERÁRIA LORENENSE
DIAS 19, 20 E 21 DE ABRIL
PRAÇA DR. ARNOLFO AZEVEDO
CENTRO - LORENA - SP
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CONVITE
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CONVITE

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A G E N D A C U L T U R A L - 2024
MAIO
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CONVITE
VEM AÍ
LOREN VALE
DIAS 10, 11 E 12 DE MAIO


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ACESSE



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