quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

ELISA LISPECTOR

MEMORÁBILIA LITERÁRIA

ELISA LISPECTOR, nascida Leah Pinkhasovna Lispector nasceu em Savran (Ucrania) no dia 24 de julho de 1911 e morreu no Rio de Janeiro no dia 6 de janeiro de 1989 aos 77 anos e hoje registramo 33 anos da sua morte. Importante escritora brasileira. Autora de linha introspectiva, buscava exprimir, através de seus textos, as agruras e antinomias do ser. A exemplo da irmã e também escritora Clarice Lispector (1920-1977) algumas de suas obras caracterizam-se pela exacerbação do momento interior e ruptura com o enredo factual, embora de forma menos acentuada. Ganhou os seguintes prêmios " Premio José Lins do Rego" com o livro "O Muro de Pedra" (1963) e "Premio Coelho Neto" com o livro "O Muro de Pedra" — Academia Brasileira de Letras (1964). A última coletânea de contos foi agraciada com o "Prêmio Pen Clube", em 1986.
BIBLIOGRAFIA
ROMANCE
Além da Fronteira (1945)
No Exílio (1948)
Ronda Solitária (1954)
O Muro de Pedras (1963)
O Dia Mais Longo de Teresa (1965)
A Última Porta (1975)
Corpo-a-Corpo (1983)
CONTO
Sangue no Sol (1970)
Inventário (1977)
O Tigre de Bengala (1985)

 

       



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PENSAMENTO

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SUGESTÃO DE LEITURA



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quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

LUIZ JOSÉ GOMES MACHADO GUERREIRO PACHECO

MEMORÁBILIA LITERÁRIA

LUIZ JOSÉ GOMES MACHADO GUERREIRO PACHECO  nasceu em Lisboa (Porugal) no dia 7 de Maio de 1925 e morreu em Montijo (Portugal) no dia 5 de Janeiro de 2008 aos 82 anos e hoje lembramos os 14 anos da sua morte. Importante escritor, editor, polemista, epistológrafo e crítico de literatura e comunista português.
HOMENAGEM
A Câmara Municipal de Lisboa homenageou o lisboeta e intelectual brilhante da cultura portuguesa Luiz Pacheco, ao perpetuar o seu nome na cidade, numa artéria pedonal (restrito a pedestres) de Marvila.
OBRAS
História antiga e conhecida in Bloco (vários autores). Reeditado em Crítica de circunstância e em 2002 com o nome "Os doutores, a salvação e o menino Jesus" (1946)
Caca, cuspo & Ramela (1958?) (com Natália Correia e Manuel de Lima)
Carta-Sincera a José Gomes Ferreira (1958)
O Teodolito (1962)
Surrealismo/Abjeccionismo (antol.org: Mário Cesariny, c/versão abreviada d'O Teodolito (1963)
Comunidade (1964)
Crítica de Circunstância (1966)
Textos Locais (1967)
O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o Seu Esplendor (escrito em 1961, publicado em 1970; 1992)
Exercícios de Estilo (1971)
Literatura Comestível (1972)
Pacheco versus Cesariny (1974)
Carta a Gonelha (1977)
Textos de Circunstância (1977)
Textos Malditos (1977)
Textos de Guerrilha 1 (1979)
Textos de Guerrilha 2 (1981)
Textos do Barro (1984)
O Caso das Criancinhas Desaparecidas (1986)
Textos Sadinos (1991)
O Uivo do Coiote (1992)
Carta a Fátima (1992)
Memorando, Mirabolando (1995)
Cartas na Mesa (1996)
Prazo de Validade (1998)
Isto de estar vivo (2000)
Uma Admirável Droga (2001)
Os doutores, a salvação e o menino Jesus - Conto de Natal (2002)
Mano Forte (2002)
Raio de Luar (2003)
Figuras, Figurantes e Figurões (2004) (selecção e prefácio de João Pedro George)
Diário Remendado 1971-1975 (2005) (edição, fixação e posfácio de João Pedro George)
Cartas ao Léu (2005)
O crocodilo que voa (2008) (póstumo, coord. João Pedro George)
Luiz Pacheco - 1 homem dividido vale por 2/Contraponto - Bibliografia (2009) (póstumo, coord. Luís Gomes).

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PENSAMENTO

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terça-feira, 4 de janeiro de 2022

TITO FRANCO DE ALMEIDA

TITO FRANCO DE ALMEIDA  nasceu Belém (PA) no dia 4 de janeiro de 1829 e morreu na mesma cidade no dia 17 de fevereiro de 1899 aos 70 anos e hoje comemoramos 193 anos do seu nascimento. Importante advogado, professor, escritor e político brasileiro. Filho de Joaquim Inácio de Almeida (?), bacharel português, e de Dona Maria Romana de Almeida (?), recebeu sua primeira educação em Lisboa. Voltou ao Brasil 1844. Cursou o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Academia de Olinda, onde graduou-se em 1851. Foi professor catedrático de Filosofia Racional e Moral no Liceu Paraense. Foi deputado provincial no Pará em diversas legislaturas. Elegeu-se deputado geral em quatro ocasiões: 1857 a 1860, 1864 a 1866, 1878 a 1881 e 1889, sendo que, neste último mandato, não tomou posse dado o fim do regime imperial no Brasil. Não aderiu à República, declarando-se monarquista.
No Rio de Janeiro, foi diretor geral da Secretaria dos Negócios da Justiça e redator chefe do Diário Oficial do Império no período de 1864 a 1866.
Foi diretor do Diário do Rio de Janeiro. Pertenceu ao Instituto dos Advogados do Brasil. Foi presidente (1883 e 1885) do Club da Amazônia, organização abolicionista.
Apesar de ser liberal, era contra a separação da Igreja e do Estado, afirmando que "deviam permanecer unidos de modo que este Estado pudesse continuar a controlar aquela Igreja".
Legado
HOMENAGEM
Na cidade de Belém, existia uma avenida importante no bairro do Marco que se chamava "Tito Franco" em sua homenagem.
-Na cidade de São Paulo - SP - existe a Rua Tito Franco de Almeida, Parque Boturussu.
DESCENDÊNCIA
A partir das fontes bibliográficas, há o registo de dois filhos de Tito Franco, sendo um homônimo.
Filhos
Tito Franco de Almeida (1879-1918), advogado e escritor.
Carlota Almeida (?) casada com Henri de La Roque Júnior.


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PENSAMENTO:

"-CUIDADO PARA QUE O CONHECIMENTO NÃO PASSE DOS LIVROS DOS PROFESSORES PARA OS CADERNOS DOS ALUNOS, SEM PASSAR PELA CABEÇA DE NENHUM DELES". PEDRO DEMO
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NEY BRASIL PEREIRA

NEY BRASIL PEREIRA nasceu em São Francisco do Sul (SC) no dia 4 de dezembro de 1930 e morreu em Florianópolis (SC) no dia 4 de janeiro de 2017 aos 87 anos e hoje registramos 5 anos da sua morte. Importante sacerdote católico, exegeta, maestro e tradutor brasileiro.
Na adolescência aprendeu latim, grego e francês, e no colegial (equivalente ao ensino médio atual) recebeu noções de inglês, italiano e alemão. Filho de Antônio Pedro Pereira (?) e Maria da Graça Parreira Pereira (?) é o quarto de seis irmãos. Iniciou os estudos primários em São Francisco do Sul, no Colégio “Stella Matutina” das Irmãs da Divina Providência e completou-os em Florianópolis, no Grupo Escolar “Lauro Müller”, em 1941. Concluiu o segundo grau em Brusque, no Seminário Menor de Azambuja, 1947, e o curso superior de Filosofia em São Leopoldo, RS, no Seminário Maior dirigido pelos Padres Jesuítas, 1950. Matriculou-se no curso superior de Teologia em Roma, na Universidade Gregoriana, onde obteve o grau de Licenciatura em 1956, tendo sido no mesmo ano ordenado Presbítero. 
HOMENAGENS
Em 23-3-02 recebeu, da Câmara Municipal de Florianópolis, o título de “Cidadão Honorário de Florianópolis” e, 
em 28-08-02, do Governo do Estado de Santa Catarina, a Medalha do Mérito “Anita Garibaldi”. 
Em 22-08-05 tomou posse como Acadêmico titular da Cadeira 31 da Academia Desterrense de Letras, de Florianópolis. 
Em 09-03-2006, por ocasião da comemoração do seu Jubileu de Ouro Presbiteral, recebeu, da Câmara de Vereadores de São Francisco do Sul, sua terra natal, o título de “Cidadão Benemérito de São Francisco do Sul”.
Estudou teologia em Roma, de 1952 a 1955; música nos Estados Unidos, em meados dos anos 1960; e fez mestrado em exegese, em Roma, em meados da década de 1970.
Em 2001 foi indicado para Pontifícia Comissão Bíblica, onde era o único brasileiro.
BIBLIGRAFIA
Ajudou a traduzir os seguintes livros da Bíblia: Judite, Tobias, Ester, I Macabeus e II Macabeus, Jó, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico, Daniel, Baruc e Atos dos Apóstolos, além da coordenação dos Livros Sapienciais.

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PENSAMENTO:
"EDUCAR É MOTIVAR A CURIOSIDADE". A.d

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

RODRIGO LOBATO MARCONDES MACHADO E VASCO NAVARRO DA GRAÇA MOURA

RODRIGO LOBATO MARCONDES MACHADO era filho do Capitão Alexandre Marcondes do Amaral Machado e de D. Maria Delfina Marcondes de Andrade, nasceu em Pindamonhangaba a 1 de janeiro de 1844 e faleceu em São Paulo em 26 de abril de 1918 onde registramos o centenário da sua morte e hoje comemoramos 175 anos do seu nascimento. Após os estudos das primeiras letras, em sua terra natal, e os preparatórios necessários, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, formando-se em ciências jurídicas e sociais no dia 22 de novembro de 1867. Depois de formado, regressou à sua querida cidade de nascimento, estabelecendo ali sua banca de advogado. Dedicou-se à política, militando nas fileiras do Partido Liberal, defendendo os seus ideais como vereador e depois como presidente da Câmara Municipal, nos anos de 1869 e 1870. Mais tarde transferiu a sua residência e escritório de advocacia para Taubaté, e, pela sua atividade na tribuna jurídica, tornou-se conhecido em todo o Norte da Província. Em janeiro de 1879, por decreto do Governo Imperial, foi nomeado presidente do Rio Grande do Norte, conseguindo os aplausos da Província e o respeito e atenção do Governo Imperial pela sua atitude de dirigente patriota, criterioso, econômico. Em 1880, ainda como presidente do Rio Grande do Norte, fora eleito deputado provincial por São Paulo, deixando então aquele governo, para ocupar o SUO tribuna parlamentar. Em 1882 foi reeleito deputado. Em 1886, pelos seus valiosos serviços de prata na Assembleia, recebeu significativa manifestação - um rico tinteiro inteiro e ouro, com os seguintes dizeres: "Ao dr. Rodrigo Lobato, líder da bancada liberal, oferecem os deputados seus amigos em Homenagem a seu talento e serviços." Em 1889, o seu nome foi lembrado para fazer porte da chapa para deputado geral. Indicado pelo 5° distrito da Província, foi eleito em 31 de agosto daquele ano. A "Gazeta de Notícias", órgão republicano, na época, entre outras referências, publicou o seguinte sobre o ilustre pindense: "Deputado provincial há dez anos e líder da bancada de São Paulo na Assembleia. E para conquistar essa posição foi só Chegar, Falar e Vencer". Fez parte do Comissão elaboradora da Constituição do Estado e da redação do projeto de reforma judiciária que se converteu em Lei Estadual n° 18, de 27 de novembro de 1891. O seu nome ficou ligado à Pátria, pela sua vida de grandes feitos. Como poeta publicou muitas composições na "Tribuna do Norte", de sua terra. Em um dos números desse jornal, encontramos os seguintes versos do ilustre pindense:

REMINISCENCIAS

Como é belo na pátria natal
o gemer da rolinha carpindo.
Como é belo da noite o luar
com seus raios de prato fulgindo.


Como é belo nos matos floridas
o gorjeio do terno sabiá.
Corno é belo ao som do violão
o cantar da soberba Jaiá.


Corno é belo o sussurro das águas
retumbando nas matas de lá.
Corno é belo nas brenhas espessas
o cantor do tristonho sabiá.


Minho Pátrio, tu és a rainha
da cidade, da vida de lá.
E pertence-te a glória superna
de possuir minha amante Jaiá.


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MEMORÁBILIA LITERÁRIA

VASCO NAVARRO DA GRAÇA MOURA nasceu no Porto, Foz do Douro (Portugal) no dia 3 de Janeiro de 1942 e dmorreu em Lisboa (Portugal) no dia 27 de Abril 2014 aos 72 anos e hoje comemoramos 80 anos do seu nascimento. Importante escritor, tradutor e político português. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde colaborou na publicação académica Quadrante (1958-1962) publicada pela Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa. Graça Moura foi uma das vozes mais críticas do Acordo Ortográfico de 1990, tendo considerado que o mesmo apenas "serve interesses geopolíticos e empresariais brasileiros, em detrimento de interesses inalienáveis dos demais falantes de português no mundo".
PREMIOS
Premio Pessoa (1995)
Premio Internacional "La cultura del mar", em Itália (2002).
Coroa de Ouro do Festival de Poesia de Struga, Macedónia (2004).[1] Struga Poetry Evenings (em inglês)
Premio Vergílio Ferreira (2007)
Premio de Tradução (2007) do Ministério da Cultura de Itália, que distingue anualmente o melhor tradutor estrangeiro de obras italianas, por decisão unânime do júri.
Tributo de Consagração Fundação Inês de Castro (2010)
Premio Europa David Mourão-Ferreira (2010)
Premio Alberto Pimenta do Clube Literário do Porto (2010)
Premio Morgado de Mateus (2013).Obras premiadas
Premio Literário Município de Lisboa (1984) por Os rostos comunicantes
Premio Literário Município de Lisboa (1987) por A furiosa paixão pelo tangível
Prémio de Poesia do P.E.N. Clube Português (1994) por O concerto campestre
Prémio Municipal Eça de Queiroz (1995) por Sonetos familiares
Grande Prémio de Tradução Literária (1996) por Vita Nuova de Dante
Grande Prémio de Poesia APE/CTT (1997) por Uma carta no Inverno
Premio Internacional Diego Valeri (2004) por Rimas de Petrarca
Grande Prémio de Romance e Novela APE/IPLB (2004) por Por detrás da magnólia
Premio de Tradução Paulo Quintela, da Universidade de Coimbra (2006) por Rimas de Petrarca
CONDECORAÇÕES NACIONAIS
Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada de Portugal (3 de Agosto de 1983)
Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal (8 de Junho de 2010)
Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada de Portugal (31 de Janeiro de 2014)
CONDECORAÇÕES ESTRANGEIRAS
Oficial da Ordem de Rio Branco do Brasil (1989)
Medalha da Marinha Brasileira do Brasil (1990)
Medalha de Ouro da Cidade de Florença de Itália (1998) pelas suas traduções de Dante
Grã-Cruz da Ordem do Mérito Cívico e Cultural do Brasil (2005)
BIBLIOGRAFIA
POESIA
Modo Mudando (1963);
Semana Inglesa (1965);
O Mês de Dezembro e Outros Poemas (1976);
A Sombra das Figuras (1985);
O Concerto Campestre (1993);
Sonetos Familiares (1994);
Uma Carta no Inverno (1997);
Nó cego, o Regresso (2000);
Testamento de VGM (2001);
Letras do Fado Vulgar (2001);
Antologia dos Sessenta Anos (2002);
Variações Metálicas (2004);
Mais Fados & Companhia (2004);
Os nossos tristes assuntos (2006);
O Caderno da Casa das Nuvens (2010);
Poesia Reunida, vol. 1 (2012);
Poesia Reunida, vol. 2 (2012);
A Puxar ao Sentimento - 31 Fadinhos de Autor (2018, póstumo).Ensaio
Luís de Camões: Alguns Desafios (1980);
Caderno de Olhares (1983);
Camões e a Divina Proporção (1985);
Os Penhascos e a Serpente (1987);
Várias Vozes (1987);
Fernão Gomes e o Retrato de Camões (1987);
Cristóvão Colombo e a floresta das asneiras (1991);
Sobre Camões, Gândavo e Outras Personagens (2000);
Adamastor, Nomen Gigantis (2000);
Páginas do Porto (2001);
Fantasia e Objectividade nos Descobrimentos Portugueses (2006);
Acordo Ortográfico: A Perspectiva do Desastre (2008);
Diálogo com (algumas) imagens (2009);
Amália Rodrigues: dos poetas populares aos poetas cultivados (2010);
Miguel Veiga - Cinco Esboços para um Retrato (2011);
Os Lusíadas para Gente Nova (2012);
A Identidade Cultural Europeia (2013);
Discursos Vários Poéticos (2013);
Retratos de Camões (2014).Novela
O pequeno-almoço do Sargento Beauchamp: (uma novela) (2008)
Os Desmandos de Violante (2011)
ROMANCE
Quatro Últimas Canções (1987);
Naufrágio de Sepúlveda (1988);
Partida de Sofonisba às seis e doze da manhã (1993);
A Morte de Ninguém (1998);
Meu Amor, Era de Noite (2001);
Enigma de Zulmira (2002);
Por detrás da magnólia (2008);
Alfreda ou a Quimera (2008);
Morte no Retrovisor (2008);
O Mestre de Música (2015) (continuação da novela O pequeno-almoço do Sargento Beauchamp);
As botas do Sargento.
DIÁRIO E CRÔNICA
Circunstâncias Vividas (1995);
Contra Bernardo Soares e Outras Observações (1999).
TRADUÇÕES (resumo)
Fedra, de Racine
Andromaca, de Racine
Berenice, de Racine
O Cid, de Corneille
A Divina Comédia, de Dante
Cyrano de Bergerac, de Edmond Rostand
O misantropo, de Molière
Sonetos, de Shakespeare
Testamento de François Villon e algumas baladas mais (1997)
A Vita Nuova, de Dante Alighieri
Alguns amores, de Ronsard
Elegias de Duino e Os Sonetos a Orfeu, de Rainer Maria Rilke
Os triunfos, de Petrarca
As Rimas, de Petrarca
O Poema sobre o Desastre de Lisboa, de Voltaire
ANTOLOGIAS
As mais belas Histórias Portuguesas de Natal;
366 Poemas que Falam de Amor;
Visto da Margem Sul do Rio o Porto
O Binómio de Newton e a Vénus de Milo.




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PENSAMENTO



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domingo, 2 de janeiro de 2022

BEATRIZ VICÊNCIA BANDEIRA RYFF

Beatriz Vicência Bandeira Ryff nasceu no Rio de Janeiro no dia 8 de novembro de 1909 e morreu na mesma cidade no dia 2 de janeiro de 2012 aos 103 anos e hoje registramo dez anos da sua morte. Importante poeta, escritora e militante dos direitos humanos brasileira. Filha dos abolicionistas Alípio Abdulino Pinto Bandeira (?) e Rosalia Nansi Bagueira Bandeira(?); Alfabetizada pelo avô materno, herdou dele a paixão pelas letras, e da mãe, o gosto pela música.Começou a escrever poesia aos 9 anos. Casou com o jornalista Raul Ryff (1911-1989) com quem teve tres filhos: o jornalista Vitor Sérgio Ryff (?), o economista Tito Ryff (?)e o físico Luiz Carlos Ryff (?).

BIBLIOGRAFIA

POESIA
Roteiro (Editora Vitória)
Ouro e sândalo
Poemas de sempre

MEMÓRIAS

A Resistência - Anotações do Exílio em Belgrado
Antes que seja tarde.



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MENSAGEM:



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MENSAGEM

"OS LIVROS NOS DÃO UM LUGAR PARA IR QUANDO PRECISAMOS PERMANECER ONDE ESTAMOS".

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sábado, 1 de janeiro de 2022

ADOLFO CAMINHA E CLUBE FILATÉLICO E NUMISMÁTICO DE LORENA

MEMORÁBILIA LITERÁRIA

Adolfo Ferreira dos Santos Caminha nasceu em Aracati (CE) no 29 de maio de 1867 e morreu no Rio de Janeiro no dia 1 de janeiro de 1897 aos 29 anos e hoje registramos 125 anos da sua morte. Importante escritor brasileiro, um dos principais autores do "Naturalismo no Brasil". Era filho de Raymundo Ferreira dos Santos Caminha (?) e Maria Firmina Caminha (?). Nasceu na Rua do Comércio (atual Rua Coronel Alexanzito), em Aracati, no estado do Ceará. A mãe morreu quando ele tinha apenas dez anos, vítima da Grande Seca do nordeste brasileiro.Mudou-se para o Rio de Janeiro, aos 13 anos. Em 1883, Adolfo entra para a Marinha de Guerra, chegando ao posto de segundo-tenente. Cinco anos mais tarde, transfere-se para Fortaleza (1888) para evitar os sintomas de tuberculose que começara a sentir. A sua primeira obra publicada foi Voos Incertos (1886), um livro de poesia.

BIBLIOGRAFIA
-Voos Incertos (1886), poesia,
-Judite (1887), contos
-Lágrimas de um Crente (1887), contos
-A Normalista (1893), romance,
-No País dos Ianques (1894), romance,
-Bom Crioulo (1895), romance,
-Cartas Literárias (1895), romance,
-Tentação (1896),
-Ângelo, romance inacabado
-O Emigrado, romance inacabado

HOMENAGENS
Escola Estadual em Aracati foi nomeada em homenagem ao escritor,
Rua no Rio de Janeiro no bairro do Andaraí em homenagem ao escritor.
Rua em São Paulo na Vila Nair em homenagem ao escritor.
Rua em Campinas no bairro Jardim Santa Genebra em homenagem ao escritor.
Rua em Osasco no Jardim Recanto das Rosas em homenagem ao escritor.
Rua em Recife em homenagem ao escritor.
Rua em Sorriso (MT) bairrro Pinheiro III em homenagem ao escritor.
Rua em Fortaleza (CE) no centro em homenagem ao escritor.




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Clube Filatélico e Numismático de Lorena
HISTÓRICO


HOMENAGEM
Transcrevo abaixo parte do Histórico do Clube Filatélico e Numismático de Lorena que elaborei e venho atualizando para deixar registrado a passagem de abnegados e idealistas colecionadores e colecionadoras na luta e no trabalho desinteressado de divulgação do nosso hobby ao longo destes sessenta e seis anos!
H I S T Ó R I C O
SESSENTA E SEIS ANOS
No dia 1º de janeiro de 2022 o Clube comemora 66 anos de fundação.
NOSSA HISTÓRIA
Todos aqueles que militam na Filatelia sabem como é difícil manter uma Associação cultural, por isso nós sentimos recompensados, pois conseguimos apesar de grandes dificuldades, chegarmos ao sexagésimo aniversário e vamos contar um pouco da nossa História. Esta recordação tem como finalidade homenagear os companheiros que já se foram e aqueles que de qualquer forma, muitas vezes anonimamente, colaboram ou colaboraram com o Clube.
ANTECEDENTES
A Filatelia sempre foi cultivada em Lorena, mas o primeiro movimento associativo de que se tem conhecimento, surgiu em 3 de setembro de 1946, com a fundação do Núcleo Filatélico de Lorena, filiado ao Clube Filatélico do Brasil, sob a direção de Francisco Ferreira Leite e os demais fundadores: Jorge Ferreira Leite, João Gabriel Sette, Raimundo Galvão Queiroz, Sila Tomé de Souza, Benedito Ferreira Leite, João Ramos de Oliveira Sobrinho, Pedro Ferreira Gali, Heitor de Oliveira, José Martins do Amaral, Benedito Dias de Oliveira e Pedro Ribas Costa. Funcionou durante quatro anos, mas encerrou suas atividades por falta de uma sede para as reuniões sociais.
FUNDAÇÃO
Alguns anos depois, a ideia ressurgiu com os pioneiros Roberto de Miranda Alves, Ulisses de Assumpção e Trajano Galvão de França, para fundação do Clube Filatélico e Numismático de Lorena, sendo considerados fundadores eles e mais Eugênio Zappa, Dr. Sertório da Silveira Mariano, Heitor de Oliveira, Francisco Ferreira Leite, João Ramos de Oliveira Sobrinho, Ten. Glauceste do Nascimento, Paulo Afonso Cassaguerra, Bernadino Pereira Filho, /dr. José Miranda Vianna, Kleber de Araújo Martines, Guilherme José Pelúcio Montenegro, Geraldo Crispim de Castro, Nilce da Silva, José Geraldo de Souza, Cap. Waldomiro Guimarães e Prof. Alexandre Ferreira Pedro. Declarou-se a entidade fundada em 1º de janeiro de 1955. Em Assembleia geral em que foram aprovados os estatutos do Clube, foi eleita, por aclamação, a sua primeira diretoria constituída dos seguintes associados: Presidente de Honra – José Leandro de Barros Pimentel; Presidente – Francisco Ferreira Leite; Vice-presidente: Roberto de Miranda Alves; 1º Secretário: Ulisses de Assumpção; 2º Secretário: Heitor de Oliveira; 1º Tesoureiro: João Ramos de Oliveira Sobrinho; Diretor de Trocas: Filatelia - Eugênio Zappa; Numismática – Tem. Glauceste do Nascimento; Diretores Sociais: Trajano Galvão de França e Kleber de Araújo Martines; Bibliotecário: Dr. José Miranda Vianna.
PRIMEIRA MOSTRA
A primeira Mostra de Selos e Moedas realizada em Lorena verificou-se por ocasião das festas do 1º Centenário de Elevação de Lorena a Categoria de Cidade, em 24 de abril de 1956, com os expositores locais. Deve-se a iniciativa do Clube Filatélico e Numismático de Lorena, a emissão do selo comemorativo do 1º centenário de Nascimento do Barão da Bocaina – Comendador Francisco de Paula Vicente de Azevedo, ilustre lorenense do 2º Império, selo que circulou em 8 de outubro de 1956.
BOLETIM
Em maio de 1957 foi lançado em circulação o primeiro número do boletim mensal – “FILATELIA E NUMISMÁTICA” – órgão oficial do Clube Filatélico e Numismático de Lorena, sob a direção de Francisco Ferreira Leite, encerrando-se a publicação em janeiro de 1969.



Em março de 1983 entrou em circulação o primeiro número do Boletim Trimestral – “Filatelia Lorenense” – órgão oficial do Clube Filatélico e Numismático de Lorena, sob a direção de José Antonio Bittencourt Ferraz, teve uma vida curta, deixou de circular em dezembro de l986.
Em dezembro de 2003, em plena era da informática e da internet, foi posto em circulação o número zero do nosso novo Boletim Informativo - Bimestral – Filatelia – para teste, através do correio eletrônico para todos os clubes, associações e jornalistas filatélicos cadastros em nossa relação. 
Conquistando as seguintes Premiações:
“M E D A L H A D E B R O N Z E N A L U B R A P E X 2 0 0 6”
“MEDALHA DE BRONZE NA 17ª EXPOSIÇÃO NACIONAL DE IMPRENSA E LITERATURA FILATÉLICA 2007”
“MEDALHA DE BRONZE PRATEADA FLORIPA 2008”
“MEDALHA DE PRATA SULBRAPEX 2008”
“MEDALHA DE BRONZE BRAPEX 2011”
“MEDALHA DE BRONZE LUBRAPEX 2012”
“MEDALHA DE BRONZE EXPOFIL 125 – CHILE”
Atualmente na septuagésima quarta edição e mais uma edição especial.
EXPOSIÇÕES RELÂMPAGOS
Organizado pelo Clube, as exposições relâmpagos, com mostra de selos e moedas dos países que comemoravam, no mês, as suas datas nacionais. A primeira ocorreu a 10 e 11 de maio de 1958. A iniciativa não obteve o êxito esperado pelo desinteresse demonstrado pelo público.
MINI-EXPOSIÇÕES
A ideia das exposições relâmpagos foi revista e deu origem a série das Mini-exposições quinzenais realizadas no saguão da agência local dos Correios, homenageando sempre as efemérides, preferencialmente brasileiras, daquele período. A primeira ocorreu em 21 de setembro de 1979 homenageando o transcurso do Dia da Árvore.
RECINHECIMENTO
Por Lei Municipal nº 502, de 13 de junho de 1965, o Clube Filatélico e Numismático de Lorena foi considerado pela Câmara Municipal de Lorena, entidade de Utilidade Pública.
SEGUNDA MOSTRA
A segunda Mostra Filatélica e Numismática realizada em Lorena sob o patrocínio da Comissão Estadual de Filatelia, do Conselho de Cultura (Secretaria da Cultura, Esportes e Turismo) e sob a orientação do Clube Filatélico e Numismático de Lorena, verificou-se de 8 a 10 de novembro de 1968, integrando o programa das festividades comemorativos do 1º Centenário do Nascimento de Arnolfo Azevedo, ilustre político brasileiro, paulista e lorenense.

CARIMBOS COMEMORATIVOS USADOS EM LORENA
O PRIMEIRO carimbo comemorativo usado em Lorena foi de 1º Dia de Circulação do selo comemorativo alusivo ao Centenário de Nascimento de Francisco de Paula Vicente de Azevedo, o Barão da Bocaina, em 8 de outubro de 1956.



O SEGUNDO foi lançado na Exposição de Selos e Moedas alusiva ao Centenário de Elevação de Lorena a Categoria de Cidade de 14 a 16 de novembro de 1956.



O TERCEIRO foi durante a Exposição de Selos e Moedas alusivas as Comemorações do Centenário de Nascimento do Dr. Arnolfo Azevedo de 11 a 15 de novembro de 1968.



O QUARTO carimbo assinalou o Centenário das Filhas de Maria


e, na mesma ocasião, foi lançado 
o QUINTO comemorando a Exposição Filatélica intitulada Roteiro da Independência alusiva ao Sesquicentenário da Independência de 26 a 31 de agosto de 1972.




O SEXTO carimbo comemorativo foi da Exposição de Selos e Moedas alusiva ao Jubileu de Prata de Fundação do Clube Filatélico e Numismático de Lorena de 2 a 6 de janeiro de 1980.



O SÉTIMO foi alusivo ao 1º Circuito Filatélico e Numismático do Vale do Paraíba de 9 a 19 de dezembro de 1980.




O OITAVO carimbo comemorou a Exposição de Selos e Moedas em comemoração aos 125 anos de Elevação de Lorena a Categoria de Cidade de 24 a 30 de abril de 1981.




O NONO foi alusivo a LORENVALE 81 – Movimento de Preservação da Memória e da Cultura Valeparaibana com a realização de Exposição de Selos e Moedas de 9 a 15 de maio de 1981.


O DÉCIMO carimbo, alusivo a Exposição de Selos e Moedas comemorativa do Centenário de Fundação do Colégio São Joaquim de LORENA de 6 a 12 de março de 1990.



O DÉCIMO PRIMEIRO alusivo aos 50 anos de fundação e instalação da Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena de 12 a 22 de abril de 2002.



O DÉCIMO SEGUNDO carimbo alusivo ao Quinquagésimos Jogos Regionais do Estado de São Paulo realizados em Lorena de 17 a 30 de julho de 2006.



O DÉCIMO TERCEIRO carimbo alusivo ao Sesquicentenário de Nascimento do Barão da Bocaina de 30/9 a 7/10/2006.




O DÉCIMO QUARTO carimbo alusivo ao 7º Encontro FILACAP de Colecionadores e EXPOLORENA 2010, DE 05 A 09 DE JUNHO DE 2010.




O DÉCIMO QUINTO carimbo é alusivo a EXPOFIL LORENA 2012 e comemora os 80 anos da Revolução Constitucionalista de São Paulo de 23 a27 de junho de 2012.




O DÉCIMO SEXTO carimbo comemorativo da Exposição Nacional de Filatelia Juvenil – LORENA 2013 e homenagem ao Grupo de Escoteiros Guaypacaré.


O DÉCIMO SÉTIMO carimbo comemorativo em Homenagem ao Prof. Aroldo Azevedo – Lorena 2014.




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