quinta-feira, 16 de abril de 2026

JOÃO BRAZ DE OLIVEIRA ARRUDA & AGENDA CULTURAL

JOÃO BRAZ DE OLIVEIRA ARRUDA nasceu na “Fazenda Cascata”, em Bananal (SP) no dia 16 de abril de 1861 e faleceu em São Paulo (SP) no dia 18 de setembro de 1943 aos 82 anos e hoje comemoramos 165 anos do seu nascimento. Fez os primeiros estudos no Colégio do "Dr. Miguel Arcanjo", em Barra Mansa. Frequentou, depois, o Colégio Abílio. Formado, em 1881, pela Faculdade de Direito de S. Paulo onde foi colega dentre outros do valeparaibano nascido em Guaratinguetá (SP) Francisco de Assis e Oliveira Braga Júnior (?). João Braz de Oliveira Arruda foi Deputado Provincial em São Paulo por vários mandatos sucessivos. Exerceu a advocacia em São Paulo (SP), onde, desde estudante, trabalhava no escritório do Prof. Joaquim José Vieira de Carvalho (1842-?). Seguiu, depois, a magistratura, em Jaboticabal (1886) e Campinas (1886-1890). Retornou à advocacia, inscrevendo-se, em 1906, no concurso aberto na Faculdade em virtude da promoção do dr. Reinaldo Porchat (1868-1953) a catedrático. Foi aprovado em primeiro lugar, sendo nomeado a 17 de outubro. Tomou posse a 29, recebendo o grau de doutor. Lente catedrático de Filosofia do Direito em 1910. Em 1911, foi designado para reger, como professor ordinário, a cadeira de Introdução Geral ao Ensino de Direito ou Enciclopédia Jurídica. Restaurada, mais tarde, a cadeira da Filosofia do Direito, voltou a lecioná-la. Jurisconsulto e historiador. Dr. Braz Arruda foi iniciado na maçonaria na Loja Capitular Amor e Caridade em 1886. Fundou em Ribeirão Preto com outros maçons republicanos, a Loja Maçônica Força e Justiça.
BIBLIOGRAFIA:
"Ciência social. Escudo jurídico filosófico", Bananal, 1881, 43 p. ;
"O direito romano e o seu método", S. Paulo, Tip. Andrade & Melo, 1903; "Preleções de filosofia do direito", S. Paulo, Tip. Escolas Profissionais Salesianas, s/d ; "Resumo das lições de direito criminal", S. Paulo, Tip. "0 Globo", 1909; "Filosofia do direito", S. Paulo, Of. Obras "Estado de S. Paulo", 1915 ; "União Sul-americana", Rio, Jacinto Ribeiro & Cia. 1924 ; 'Do regime democrático", S. Paulo, Editora Ltda., 1925 ; "O Molóch moderno", S. Paulo, Editora Ltda., 1932 ; "O regime democrático", S. Paulo, Editora S. Paulo.
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DIA  25  DE  ABRIL  DE  2026

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quarta-feira, 15 de abril de 2026

ANTONIO CARLOS DA GAMA RODRIGUES & AGENDA CULTURAL

 Antônio Carlos da Gama Rodrigues, também conhecido por Carlos Gama, nasceu na cidade de Cruzeiro (SP), em 16 de abril de 1904 e faleceu em São Paulo no dia 25 de agosto de 1963 aos 59 anos “vítima de grave desastre, provocado por motorista irresponsável que se evadiu” e hoje comemoramos 122 anos do seu nascimento. Era filho de Antônio Gama Rodrigues (1876-1955) , médico natural de Salvador (BA), e de Leduína Braga da Gama Rodrigues (1883-?), natural de Lorena (SP). Antônio Carlos Gama Rodrigues matriculou-se em 1914, no Ginásio São Joaquim, em Lorena, onde fez o curso secundário. Ingressou na Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo em 6 de fevereiro de 1920, graduando-se em 1925, sendo discípulo do renomado professor de neurologia Enjolras Vampré (1885-1938) "Pai da Neurologia" do estado de São Paulo. Antônio Carlos da Gama Rodrigues sobressaiu-se durante todo o curso médico e, por ocasião de sua formatura, defendeu tese de doutoramento intitulada "Cirurgia das Vias Lacrimais", em 27 de março de 1926, sendo aprovado com grande distinção, grau 10. Esse trabalho recebeu o "Prêmio Carlos Botelho"(*), em 1926, da Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo. Ainda enquanto quintanista prestou serviço na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo como encarregado auxiliar da 4a Enfermaria Suplementar, criada emergencialmente durante o movimento revolucionário de 1924; e na Assistência Pública, como auxiliar médico voluntário, onde mais tarde seria nomeado oficialmente auxiliar do posto médico da Assistência Policial. Terminado o curso médico, fez longa viagem pela Europa e Oriente próximo. Ao regressar, instalou em Guaratinguetá (SP) o “Instituto Cirúrgico Gama Rodrigues”, hospital que manteve em funcionamento desde abril de 1926 até maio de 1928. Foi diretor e um dos cirurgiões desse hospital, tendo se destacado como cirurgião e médico. Nesse período também foi cirurgião da Santa Casa de Misericórdia de Guaratinguetá. Em virtude de serviços prestados à Santa Casa de Misericórdia de Lorena, recebeu desse nosocômio o título de "Cirurgião Honorário", em 2 de fevereiro de 1928.


BIBLIOGRAFIA:
"Transfusão de Sangue", São Paulo, Ed. Unitas, 1932;
"Tumores Cerebrais - Considerações Clínicas e Terapêuticas" em parceria com o Dr. Enjolras Vampé, Rio, Flores&Mano, 1935;
"Contribuição para o estudo das nevralgias do Trigêmeo", São Paulo, Empresa Gráfica "Revista dos Tribunais", 1938;
"Cirurgia cerebral", 1952;
"Tumores Cranianos", 1952.

(*) Carlos José de Arruda Botelho mais conhecido como Carlos Botelho nasceu em Piracicaba (SP) no dia 14 de maio de 1855 e morreu em São Carlos (SP) no dia 20 de março de 1947 aos 91 anos. Ele foi um médico, político, agricultor e colonizador brasileiro, primogênito de Antônio Carlos Botelho (1827-1901) primeiro e único barão, visconde e o Conde do Pinhal.

CONDE DO PINHAL
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DIA  25  DE  ABRIL  DE  2026

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ORACY NOGUEIRA
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"GOSTO DE PESSOAS QUE SABEM SER SOL MESMO QUANDO A VIDA ESTÁ NUBLADA." 
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terça-feira, 14 de abril de 2026

MIGUEL REALE @ AGENDA CULTURAL

Miguel Reale cujo nome completo era Miguel Vieira Ferreira da Rosa Goes Chiaradia Reale nasceu em São Bento do Sapucaí (SP) no Vale do Paraíba no 6 de novembro de 1910 e morreu em São Paulo no dia 14 de abril de 2006. Importante jurista, filósofo, ensaísta, advogado, poeta, memorialista, teórico integralista e professor universitário brasileiro. Filho do médico italiano Biagio "Brás" Reale e de Felicidade Chiaradia. Ele Foi casado com Filomena Pucci por 63 anos, com quem teve os filhos Ebe Reale (1936), Lívia Maria Reale (1941-1973) e Miguel Reale Júnior (1944). Ele recebeu dezessete Títulos Acadêmicos. Publicou dezenas de obras de Filosofia Geral, Filosofia do Direito, Direito Positivo, Ciência Política, e Literatura. Recebeu também dezenas de Prêmios e Condecorações.

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"O ABRAÇO... É MORADA... É PARTIDA... É CHEGADA... É DIZER TUDO SEM FALAR NADA." 
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segunda-feira, 13 de abril de 2026

DIA DO HINO NACIONAL BRASILEIRO & AGENDA CULTURAL

 DIA DO HINO NACIONAL BRASILEIRO

Dia do Hino Nacional Brasileiro é celebrado em 13 de abril. A escolha dessa data deve-se ao fato de que, na noite do dia 13 de abril de 1831, a música do nosso hino foi tocada pela primeira vez no Teatro São Pedro de Alcântara, na cidade do Rio de Janeiro. Até abril de 1831, o hino considerado “nacional” era o Hino da Independência, composto pelo próprio imperador D. Pedro I. O responsável pela criação da música do hino, isto é, da parte instrumental, foi o maestro Francisco Manuel da Silva (1795-1865), cofundador da Imperial Academia de Música e do Instituto Nacional de Música. A música do hino teria sido composta logo após os acontecimentos que marcaram o dia 7 de abril de 1831. Nesse dia, o então imperador D. Pedro I abdicou do trono a favor de seu filhoD. Pedro de Alcântara – futuro D. Pedro II. A abdicação de D. Pedro ocorreu em razão de pressões políticas internas e externas ao país.

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DIA  25  DE  ABRIL  DE  2026

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MARIA ANGELINA VICENTE DE AZEVEDO FRANCESCHINI
1885-1976
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"CADA AMANHECER  É UM MAGNÍFICO PRESENTE, REPLETO DE NOVAS POSSIBILIDADES." 
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domingo, 12 de abril de 2026

JOSÉ MARTINS PINHEIRO & AGENDA CULTURAL

 JOSÉ MARTINS PINHEIRO (Junior) nasceu no dia 12 de abril de 1884 na cidade de Silveiras (SP) e hoje comemoramos 141 anos do seu nascimento. Completou o curso primário na Escola do Primeiro Distrito, de São Paulo (Capital), que funcionava nos fundos da Igreja do Colégio, no então Largo do Palácio, hoje pátio do Colégio. Fez o curso secundário no Ginásio do Estado, tendo-se diplomado em Ciências e Letras em dezembro de 1903. Em dezembro de 1907, diplomou-se pela Faculdade de professor Direito de S. Paulo, onde foi colega, dentre outros de Pedro Vicente de Azevedo Júnior filho do lorenense Pedro Vicente de Azevedo de grande carreira política em São Paulo e no Brasil. José Martins Pinheiro entrou em 1909 para o "Estado de S. Paulo", como redator, cargo que ocupou ininterruptamente durante 35 anos. Exerceu, além do jornalismo, a advocacia, que iniciou no escritório do dr. Plínio Barreto (1882-1958) e depois no do Prof. Otávio Mendes (1869-?). Foi por algum tempo de português do Colégio Mackenzie. Em 1903, obteve o primeiro prêmio no concurso literário promovido pela "A Comarca", de Mogi Mirim. Redigiu, desde 1918 até 1939, a secção diária ''Coisas da Cidade" e a secção semanal "Revista das Revistas", no ''Estado de S. Paulo", tendo, em 1916, fundado, com Plínio Barreto, Ricardo Severo da Fonseca e Costa (1869-1940) e um grupo de escritores, a ''Revista do Brasil", da qual foi secretário-gerente até 1919. Fundou em 1926, com Léo Vaz de Barros (1890-1973), Mariano Costa e Clóvis de Paula Ribeiro (1891-1942), o "Diário da Noite", de São Paulo, depois adquirido pelos "Diários Associados". Realizou inúmeras entrevistas publicadas no "Estado de S. Paulo" e colaborou assiduamente na "Vida Moderna", de Simões Pinto, na "A Cigarra", de Gelásio Pimenta (1879-1924) etc. Com o pseudônimo de P. Xisto, publicou, em 1926, "As Mil e Uma Anedotas", com prefácio de Amadeu Ataliba Arruda Amaral Leite Penteado  (1875-1929). Em 1931, foi nomeado pelo interventor Laudo Ferreira  de Camargo (1881- 1963) para o cargo de Curador Fiscal das Massas Falidas, de São Paulo (Capital), cargo em que se aposentou em 1945. No começo de sua Vida, trabalhou nos Correios.

BIBLIOGRAFIA:
"Almanaque do "0 Estado de S. Paulo", 1916;
"As mil e uma anedotas", sob o pseudônimo de "P. Xisto", S. Paulo, sec. Obr. "Estado de S. Paulo, 1926

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CURIOSIDADE   LITERÁRIA:

Hoje comemoramos 163 anos do nascimento de Raul D'Ávila Pompeia. Ele nasceu no dia 12 de abril de 1863, em Jacuecanga, município de Angra dos Reis/RJ e morreu no Rio de Janeiro, 25 de dezembro de 1895 aos 32 anos. Autor de “O Ateneu”, “Uma Tragédia no Amazonas”, “A Queda do Governo” e outras.


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DIA 25 DE ABRIL DE 2026

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INEZ VALLE NEVES
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"CHEGA DE DIAS CINZENTOS É HORA DE COLORIR A VIDA COM SELOS." 
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sábado, 11 de abril de 2026

EMÍLIO MARCONDES RIBAS & AGENDA CULTURAL

 EMÍLIO MARCONDES RIBAS nasceu em Pindamonhangaba no dia 11 de abril de 1862 e faleceu em São Paulo no dia 19 de dezembro de 1925 aos 63 anos e hoje comemoramos 164 anos do seu nascimento. Formando, em 1887, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, tendo defendido tese em 1888. Durante o período acadêmico, colaborou em várias revistas científicas. Após a formatura, seguiu para Santa Rita, onde abriu consultório clínico. Clinicou depois em Tatuí, onde foi intendente municipal. Por ocasião da revolta de 1895, prestou serviços às forças revolucionárias do Sul. Em 1895, tornou-se auxiliar do diretor do Desinfetório Central do Serviço Sanitário. Desempenhou, em seguida, as funções de inspetor sanitário em Rio Claro, Araraquara, Piraçununga, São Caetano, Jaú e Campinas, onde chefiou a comissão de combate à febre amarela. Substituiu o dr. Silva Pinto na direção do Serviço Sanitário, permanecendo nesse cargo durante 19 anos. Fundou o Instituto do Butantã em 1903 dividiu o Estado em distritos sanitários, em 1905 criou a seção de Proteção à Primeira Infância e em 1906 o Serviço da Profilaxia e Tratamento do Glaucoma, reorganizando o Instituto Bacteriológico e remodelando o Serviço Sanitário. Fundou o Hospital de Isolamento da Santa Casa, etc. Como político, cooperou para a fundação do Clube Republicano. Em 1908, o governo confiou-lhe a missão de estudar a profilaxia da tuberculose nos Estados Unidos e na Europa. Quando no Velho Mundo, o governo francês ofereceu-lhe o lugar de diretor do Serviço de Profilaxia da Febre Amarela na Martinica. De regresso a S. Paulo, instalou, em Campos do Jordão, um sanatório para tuberculosos, sendo o fundador da Estrada de Ferro Campos do Jordão. Quando da epidemia da febre amarela, que se irradiou de Santos para Campinas, S. Carlos, S. José do Rio Pardo, S. Simão, Franca, Ribeirão Preto, etc. sustentou a teoria havanesa (Finlay) de que o "stigomiafasciata" era o vetor da moléstia, submetendo-se, ele próprio, a uma prova experimental. Recolheu-se ao Hospital do Isolamento e se fez inocular por mosquitos infectados, com resultado positivo. Em 1903, obteve a medalha "Salus Publica". "Sábio profissional que fez o saneamento de Campinas e Santos" (Oswaldo Cruz), "triunfante diretor da higiene paulista" (Luiz Pereira Barreto), "foi o professor da profilaxia havanesa" (Rubião Meira), "sua vida foi toda dedicada a S. Paulo" (Sinésio Rangel Pestana), "coube ao egrégio higienista de S. Paulo, em um gesto de brilhante intuição, o mérito enorme e indiscutível de tornar palpável e convincente a verdade luminosa da doutrina de Finlay (Clemente Ferreira). "A Emílio Ribas se deve a glória de realizar, pela primeira vez, no Brasil, em 1902, na luta contra a febre amarela, os novos processos que no ano seguinte seriam ampliados, em campo mais vasto, na grande campanha do Rio de Janeiro" (Fernando Azevedo).

BIBLIOGRAFIA:

"Depuração biológica das águas de esgotos do Hospital de Isolamento de Limeira", de colaboração com Teodoro Baima, S. Paulo, "Diário Oficial", 1898, 28 p.; "O mosquito como agente da febre amarela", S. Paulo, "Diário Oficial", 1901; "Profilaxia da febre amarela", in "Gazeta Clínica", S. Paulo, dez. 1903 (Este trabalho foi o primeiro a ser datilografado em S. Paulo, pelo jornalista e escritor paulista Aníbal Machado); "A extinção da febre amarela no Estado de São Paulo e na cidade do Rio de Janeiro", in "Revista de Medicina", maio, 1909; "The extinctionofYellowfever in theStateof S. Paul (Brasil)", conferência perante aSocietyof Tropical Medicine andHygiene, Londres, 1909; "Sanatórios para tuberculosos e Vila Sanitária de Campos do Jordão", in "Revista de Medicina", S. Paulo, ag., 1911; "Etiologia e profilaxia da lepra", in "Anais Paulistas de Medicina", S. Paulo, nov. 1915; "A lepra", in "I Congresso Médico Paulista"; "ErradicationofyellowfeverfromtheStateof S. Paulo", conferência no II Congresso Científico Pan-Americano de Washington, 1916; "Profilaxia da lepra", in "Boletim da Sociedade de Medicina e Cirurgia de S. Paulo", mar. 1920; "A febre tifóide em S. Paulo e seu histórico", in "Boletim do Instituto de Higiene", S. Paulo, 8, 1921; "Lepra, sua freqüência no Estado de S. Paulo", in Boletim da Sociedade de Assistência aos Lázaros e Defesa contra a Lepra", hun., 1929. (p. 520)

EMÍLIO MARCONDES RIBAS
PROJETO

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CURIOSIDADE
EDIÇÃO SUÉCA
de 1945
Original: Os sertões (1902)
Euclides da Cunha
Editora Wahlstrom & Widstrand 
(1885)
Tradutor:
Thomas Warburton
(1918 - 2016)
Romance Brasil
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"AS EMFERMEIRAS PÁSSAM MINUTOS PROCURANDO UMA VEIA, ALGO QUE O PERNILONGO PODE LOCALIZAR NO ESCURO ENQUANTO CANTA." 
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