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C O N V I T E
DIA 25 DE ABRIL DE 2026
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Este Projeto tem como objetivo lembrar dos escritores valeparaibanos preferencialmente no seu dia de nascimento.
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DIA DO HINO NACIONAL BRASILEIRO
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JOSÉ MARTINS PINHEIRO (Junior) nasceu no dia 12 de abril de 1884 na cidade de Silveiras (SP) e hoje comemoramos 141 anos do seu nascimento. Completou o curso primário na Escola do Primeiro Distrito, de São Paulo (Capital), que funcionava nos fundos da Igreja do Colégio, no então Largo do Palácio, hoje pátio do Colégio. Fez o curso secundário no Ginásio do Estado, tendo-se diplomado em Ciências e Letras em dezembro de 1903. Em dezembro de 1907, diplomou-se pela Faculdade de professor Direito de S. Paulo, onde foi colega, dentre outros de Pedro Vicente de Azevedo Júnior filho do lorenense Pedro Vicente de Azevedo de grande carreira política em São Paulo e no Brasil. José Martins Pinheiro entrou em 1909 para o "Estado de S. Paulo", como redator, cargo que ocupou ininterruptamente durante 35 anos. Exerceu, além do jornalismo, a advocacia, que iniciou no escritório do dr. Plínio Barreto (1882-1958) e depois no do Prof. Otávio Mendes (1869-?). Foi por algum tempo de português do Colégio Mackenzie. Em 1903, obteve o primeiro prêmio no concurso literário promovido pela "A Comarca", de Mogi Mirim. Redigiu, desde 1918 até 1939, a secção diária ''Coisas da Cidade" e a secção semanal "Revista das Revistas", no ''Estado de S. Paulo", tendo, em 1916, fundado, com Plínio Barreto, Ricardo Severo da Fonseca e Costa (1869-1940) e um grupo de escritores, a ''Revista do Brasil", da qual foi secretário-gerente até 1919. Fundou em 1926, com Léo Vaz de Barros (1890-1973), Mariano Costa e Clóvis de Paula Ribeiro (1891-1942), o "Diário da Noite", de São Paulo, depois adquirido pelos "Diários Associados". Realizou inúmeras entrevistas publicadas no "Estado de S. Paulo" e colaborou assiduamente na "Vida Moderna", de Simões Pinto, na "A Cigarra", de Gelásio Pimenta (1879-1924) etc. Com o pseudônimo de P. Xisto, publicou, em 1926, "As Mil e Uma Anedotas", com prefácio de Amadeu Ataliba Arruda Amaral Leite Penteado (1875-1929). Em 1931, foi nomeado pelo interventor Laudo Ferreira de Camargo (1881- 1963) para o cargo de Curador Fiscal das Massas Falidas, de São Paulo (Capital), cargo em que se aposentou em 1945. No começo de sua Vida, trabalhou nos Correios.
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EMÍLIO MARCONDES RIBAS nasceu em Pindamonhangaba no dia 11 de abril de 1862 e faleceu em São Paulo no dia 19 de dezembro de 1925 aos 63 anos e hoje comemoramos 164 anos do seu nascimento. Formando, em 1887, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, tendo defendido tese em 1888. Durante o período acadêmico, colaborou em várias revistas científicas. Após a formatura, seguiu para Santa Rita, onde abriu consultório clínico. Clinicou depois em Tatuí, onde foi intendente municipal. Por ocasião da revolta de 1895, prestou serviços às forças revolucionárias do Sul. Em 1895, tornou-se auxiliar do diretor do Desinfetório Central do Serviço Sanitário. Desempenhou, em seguida, as funções de inspetor sanitário em Rio Claro, Araraquara, Piraçununga, São Caetano, Jaú e Campinas, onde chefiou a comissão de combate à febre amarela. Substituiu o dr. Silva Pinto na direção do Serviço Sanitário, permanecendo nesse cargo durante 19 anos. Fundou o Instituto do Butantã em 1903 dividiu o Estado em distritos sanitários, em 1905 criou a seção de Proteção à Primeira Infância e em 1906 o Serviço da Profilaxia e Tratamento do Glaucoma, reorganizando o Instituto Bacteriológico e remodelando o Serviço Sanitário. Fundou o Hospital de Isolamento da Santa Casa, etc. Como político, cooperou para a fundação do Clube Republicano. Em 1908, o governo confiou-lhe a missão de estudar a profilaxia da tuberculose nos Estados Unidos e na Europa. Quando no Velho Mundo, o governo francês ofereceu-lhe o lugar de diretor do Serviço de Profilaxia da Febre Amarela na Martinica. De regresso a S. Paulo, instalou, em Campos do Jordão, um sanatório para tuberculosos, sendo o fundador da Estrada de Ferro Campos do Jordão. Quando da epidemia da febre amarela, que se irradiou de Santos para Campinas, S. Carlos, S. José do Rio Pardo, S. Simão, Franca, Ribeirão Preto, etc. sustentou a teoria havanesa (Finlay) de que o "stigomiafasciata" era o vetor da moléstia, submetendo-se, ele próprio, a uma prova experimental. Recolheu-se ao Hospital do Isolamento e se fez inocular por mosquitos infectados, com resultado positivo. Em 1903, obteve a medalha "Salus Publica". "Sábio profissional que fez o saneamento de Campinas e Santos" (Oswaldo Cruz), "triunfante diretor da higiene paulista" (Luiz Pereira Barreto), "foi o professor da profilaxia havanesa" (Rubião Meira), "sua vida foi toda dedicada a S. Paulo" (Sinésio Rangel Pestana), "coube ao egrégio higienista de S. Paulo, em um gesto de brilhante intuição, o mérito enorme e indiscutível de tornar palpável e convincente a verdade luminosa da doutrina de Finlay (Clemente Ferreira). "A Emílio Ribas se deve a glória de realizar, pela primeira vez, no Brasil, em 1902, na luta contra a febre amarela, os novos processos que no ano seguinte seriam ampliados, em campo mais vasto, na grande campanha do Rio de Janeiro" (Fernando Azevedo).
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ANTENOR ROMANO BARRETO nasceu em Pindamonhangaba a 11 de abril de 1892 e faleceu no dia 20 de fevereiro de 1982 e hoje comemoramos 134 anos do seu nascimento. Filho de Argino Alves da Rocha Barreto (?) e de Maria José Romano de Oliveira (23-8-1871). Fez os primeiros estudos no Externato Monteiro e Ginásio do Estado de Ribeirão Preto. Professor normalista pelo Instituto de Educação "Caetano de Campos" (1909-1912), bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito de S. Paulo (1920-1924) onde foi colega dentre outros de Oswaldo Ferraz Alvim (1901-1983) um dos funadores da AASP - Associação dos Advogados de São Paulo; licenciado em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de S. Paulo. Foi professor de grupo escolar em Batatais, diretor do grupo de Brodowski e colaborou no plano de extinção do analfabetismo do Dr. Sampaio Dória,(1883-1964) em Ribeirão Preto, onde residiu de 1921 a 1931; foi delegado regional do ensino, lente catedrático de Pedagogia do Ginásio Estadual, lente de Português da Escola Normal. Em São Paulo, a partir de 1932, foi assistente técnico do Ensino, chefe de serviço do ensino secundário geral e profissional; professor de Sociologia do Colégio Universitário, assistente da secção de Sociologia Educacional do Instituto de Educação da Universidade de S. Paulo, diretor geral do Departamento de Educação (1940-1941), professor de Sociologia da Escola Normal do Colégio N. S. de Sion; diretor do Colégio Pan- Americano. Tem colaborado em vários jornais do Interior e da Capital. Redator de "Paulistânia"; diretor Geral do Departamento de Educação (1947) pela segunda vez. Foi um dos fundadores do Colégio Bandeirantes e nele lecionou português, por 10 anos. Sócio titular da Sociedade de Medicina Legal e Criminologia, da Ordem dos Advogados do Brasil. Sócio fundador e vice-presidente da Sociedade de Sociologia, ex-presidente da Sociedade de Psicologia, sócio correspondente do Centro de Ciências e Letras de Campinas, sócio honorário do Grêmio Santa Cecília, de Batatais; sócio honorário da Sociedade de Eugenia da Bolívia, sócio correspondente, para o Brasil, da Sociedade Peruana de Sociologia. Fundador da revista "Sociologia". Colaborador da "Revista Mexicana de Sociologia", ex-diretor do "Diário D'Oeste" e "Diário da Manhã", ambos de Ribeirão Preto.
