Anabelle Loivos Considera é fluminense, nascida no Município de Cantagalo, em 25 de setembro de 1973. Licenciou-se em Letras - Português/Literatura pela Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia, em 1994. Concluiu o Mestrado em Letras - Literatura Portuguesa, na UFF - Universidade Federal Fluminense, em 1999 e o Doutorado em Letras - Literatura Comparada, também na UFF, em 2005. Desenvolve na FE-UFRJ o projeto de extensão interinstitucional "100 Anos Sem Euclides" (em parceria com a Faculdade de Letras-UFRJ e com a UERJ-FFP/São Gonçalo-RJ), cujas ações culturais, acadêmicas e educativas visam a destacar a memória e o espólio literário de Euclides da Cunha, especialmente no âmbito do município de Cantagalo-RJ, cidade natal do escritor. Além da coordenação do referido Projeto - que conta com o apoio das Pró-Reitorias de Extensão e de Graduação da UFRJ -, supervisiona as atividades do Cineclube da Cunha (contemplado através de Edital público PROEXT-MEC 2010), do "Arquivo de Memória Amélia Tomás" e do Ponto de Cultura "Os Serões do Seu Euclides", em parceria com o MinC e a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.
ESCRITORES VALEPARAIBANOS
Este Projeto tem como objetivo lembrar dos escritores valeparaibanos preferencialmente no seu dia de nascimento.
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
ANABELLE LOIVOS CONSIDERA & AGENDA CULTURAL
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
EULA LEE KENNEDY LONG & AGENDA CULTURAL
EULA LEE KENNEDY LONG - nasceu em Taubaté (SP) no dia 25 de setembro de 1891 e morreu em 1979 aos 88 anos e comemoramos 135 anos do seu nascimento. Fez o curso primário no Colégio Fluminense, do Estado do Rio. Cursou, depois, o Knoxville High-School (Estados Unidos), o Mackenzie College, de S. Paulo, e o Randolph-Macon Woman's College, Lynchburg, Virgfnia (Estados Unidos) onde recebeu o diploma de bacharel em artes (1913). Casou-se com um ministro protestante. Publicou vários livros, tendo escrito todos os domingos, de 1914 a 1934, no "Diário de Notícias", de Porto Alegre. Colaboradora de "Hygea" "Bem-te-vi", "Voz Missionária", etc. Fez várias conferências sobre o Brasil e a América do Sul em 1941. Lecionando em três escolas de verão da Igreja Metodista. Escreveu artigos para "World Herald", "Christian Century". e "Boys and Girls". Em 1940, foi eleita sócia correspondente da Academia Riograndense de Letras. Novamente na América do Norte, ali mantém um curso sobre a América Latina. De 1950 a 1934, foi colaboradora de Estado", do Rio Grande do Sul. Historiadora, educacionista, etc. Em 1959, Eula Lee Kennedy Long, uma moradora da cidade de Roanoke, foi escolhida como a "Mãe do Ano" do estado da Virgínia. O fato curioso é que ela não era da Virgínia e nem ao menos nasceu americana. Eula Kennedy era uma brasileira de Taubaté. O pai dela, o pastor americano James Kennedy, viveu por muitos anos no Brasil implantando igrejas evangélicas. Em 1891, fundou a Igreja Metodista de Taubaté e abriu uma escola na cidade, o Colégio Americano. Monteiro Lobato foi um dos alunos. Durante a estada em Taubaté, Eula nasceu. “Amá-los, ser paciente, discipliná-los e corrigi-los quando for necessário”, essa era a teoria da Eula Keneddy para educar crianças.
R E F L E X Ã O - 1

terça-feira, 22 de setembro de 2026
DILERMANO REIS & AGENDA CULTURAL
DILERMANO REIS nasceu no dia 22 de setembro de 1916 em Guaratinguetá (SP) e morreu no dia 02 de janeiro de 1977 no Rio de Janeiro aos 60 anos e hoje comemoramos 110 anos do seu nascimento. Era filho de Benedita Vieira Reis e Francisco Santos Reis. Os rudimentos musicais do violão recebeu de seu pai, aos dez anos, e, em dois meses, já havia aprendido tudo que o seu primeiro mestre tinha a ensinar. Aos quinze anos era reconhecido como o mais completo violonista local. Com tamanho talento, a inevitável alternativa era a saída para um grande centro cultural, o que aconteceu em 1933, quando, a convite de um também violonista, Levino Albano da Conceição (1895-1955), mudou-se para o Rio de Janeiro. Deixado à própria sorte por Levino, Dilermando foi obrigado a obter o próprio sustento de aulas particulares ministradas em lojas de instrumentos musicais que mantinham professores de música como forma de atrair clientela. Nessa época começou a trabalhar na Rádio Guanabara até ser conhecido por Renato Floriano Murce (1900-1987) que o levou como solista para um programa da Rádio Transmissora. Em 1938, foi contratado como artista exclusivo da Rádio Clube do Brasil para protagonizar “Sua Majestade, o violão”, programa musical de grande sucesso. Seu primeiro disco, um 78 rotações lançado pela gravadora Colúmbia, em 1941, trazia a valsa “Noite de Lua” e o choro “Magoado”. Era o início, aos 25 anos, de uma carreira consagradora do violonista que teve por hábito, no início, gravar composições de sua própria autoria. Três anos depois, mais duas músicas gravadas, agora pela Continental, selo que o acompanharia por toda a vida: “Dança chinesa” e “Adeus pai João”. Em 1945, dois discos, e em 1946 o fato se repete com uma exceção: grava a mazurca “Adelita”, de Francisco Tárrega. O choro “Vê se te agrada”, a valsa “Dois destinos” e a polca “Araguaia” foram gravados em 1948 e a década se fecha com mais dois discos, em 1949. A década de 1950 foi consagradora. Vinte discos gravados, viagem aos Estados Unidos com apresentação na CBS de Nova York (1953) e, por influência de Juscelino Kubitschek (1902-1976), amigo e aluno de violão, assinatura de contrato com a Rádio Nacional do Rio de Janeiro (1956). Dilermando Reis, ao longo de sua carreira, gravou mais de 60 discos, solando ou acompanhando grandes vozes da era dourada do rádio brasileiro. Como solista gravou canções, guarânias, boleros, calangos, mazurcas, fox-trotes, maxixes, polcas, baiões, e especialmente valsas e choros. Interpretou Francisco Tárrega (1852-1909), João Pernambuco (João Teixeira Guiomarães - 1883-1947), Canhoto (Américo Jacomino-1889-1928), Jair Pedrinha de Carvalho Amorim (1915-1997), Vicente Gomes, Pixinguinha, Villa-Lobos e outros. Seu último disco, “O violão brasileiro de Dilermando Reis”, foi um Long Play, lançado em 1975, no qual interpreta doze composições de sua autoria. Por ocasião do lançamento, Aramis Millarch (1942-1992) comentou, em 05 de outubro de 1975: “Dilermando nunca procurou novos caminhos da emepebê, preferindo o estilo da década de 30. Isso, entretanto não o invalida como artista sensível, dominando o seu instrumento com uma perfeição raramente alcançada por outros artistas e, principalmente, com boas ideias como compositor dentro do seu estilo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026
CURIOSIDADE LITERÁRIA & AGENDA CULTURAL
CURIOSIDADE LITERÁRIA: Herberto de Azevedo Sales nasceu em Andaraí (BA) no dia 21 de setembro de 1917 e morreu no Rio de Janeiro no dia 13 de agosto de 1999 aos 81 anos. Filho de Heráclito Sousa Sales e de Aurora de Azevedo. Importante jornalista e escritor brasileiro. Foi eleito em 6 de abril de 1971 para ocupar a cadeira 3 da Academia Brasileira de Letras, que tem por patrono Artur de Oliveira, como seu quarto ocupante, sendo recebido em 21 de setembro do mesmo ano por Marques Rebelo atualmente ela é ocupada por Joaquim Falcão (1943). Pertencia, também, à Academia Brasiliense de Letras. Recebeu os seguintes Prêmios: Prêmio Jabuti 1977 e Prêmio Associação Paulista de Crítico de Arte de 1983. Era casado com Maria Juraci Xavier Chamusca Sales, com quem teve três filhos: Heloísa, Heitor e Herberto. Escreceu mais de trinta e quatro livros.
R E F L E X Ã O
domingo, 20 de setembro de 2026
JOÃO BATISTA JULIÃO & AGENDA ULTURAL
JOÃO BATISTA JULIÃO nasceu em Silveiras (S.P) no dia 19 de setembro de 1886 e faleceu na mesma cidade, em 20 de maio de 1961 aos 75 anos e hoje comemoramos 140 anos do seu nascimento. Sua iniciação musical se fez como participante de banda dirigida por Desidério Alves Leite. Em 1904, foi para Mogi das Cruzes, onde participou da Corporação Musical Guarani. Passou a reger a Corporação Musical União Mogiana, fruto da união das bandas Guarani e Euterpe, ambas de Mogi das Cruzes, até 1914. Nessa época, começou a compor e escrever revistas para teatro. Seus estudos superiores começam em 1912, no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, orientado por Savino de Benedictis (1883-1971) e Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e Silva Júnior (?).Fundou no ano seguinte o Instituto Musical de Mogi das Cruzes e, ao concluir seu curso, assumiu a função de mestre de capela da igreja matriz da cidade. Anos depois, seguiu para o Rio de Janeiro, onde se especializou no Conservatório Nacional de Canto Orfeônico e obteve o primeiro registro junto ao Ministério de Educação e Saúde como professor de canto orfeônico. Assim titulado, assumiu a cadeira de música e canto orfeônico da penitenciária-modelo do Estado de São Paulo. Tornou-se colaborador do maestro João Gomes Júnior (1871-?), na preparação dos alunos de grupos escolares, por ocasião da comemoração do Centenário da Independência, em 1922. Por esse tempo, foi efetivado como professor da Escola Normal Padre Anchieta, São Paulo. Em 1927, fundou com outros músicos o Instituto Musical de São Paulo. Fundou a Academia Brasileira de Música- cadeira nº 30 – cujo patrono é Alberto Nepomuceno e ocupado atualmente por João Guilherme Ripper (1959). Em 1944, teve a missão de elaborar um plano para o ensino de canto orfeônico. Em 1949 passou a dirigir o curso de canto orfeônico do Instituto de Educação Caetano de Campos, transformado posteriormente em Conservatório Estadual de Canto Orfeônico. Foi iniciativa sua a fundação do Conservatório de Canto Orfeônico, que tem hoje seu nome ligado à Universidade Católica de Campinas, São Paulo. Dentre suas composições encontram-se peças para piano e violino e música sacra. Publicou Chave para os cadernos de exercícios caligráficos e análise musical, São Paulo, 1922.

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R E F L E X Ã O





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