Herculano Marcos Inglez de Souza nasceu em Óbidos (PA), 28 de dezembro de 1853 e morreu no Rio de Janeiro, 6 de setembro de 1918 aos 64 anos e hoje registramos 108 anos da sua morte. Filho do desembargador Marcos Antônio Rodrigues de Sousa e de Henriqueta Amália de Góis Brito, membros de tradicionais famílias paraenses. Herculano, que estudara inicialmente nos estados do Pará e Maranhão, graduou-se em direito, em São Paulo, pela Faculdade do Largo de São Francisco, no ano de 1876 onde foi colega, dentre outros de Manoel Marcondes Homem de Mello valeparaibano de Pindamonhangaba (filho do Visconde de Pindamonhangaba e irmão Barão Homem de Mello). Herculano foi importante escritor, advogado, professor, jornalista e político brasileiro, tido como introdutor do “Naturalismo” na literatura brasileira por meio do seu romance “O Coronel Sangrado”, publicado em Santos em 1877. Foi um dos membros fundadores da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 28 hoje de Domício Proença Filho (1936). Inglês, que escreveu inicialmente com o pseudônimo "Luiz Dolzani", ganhou reconhecimento literário após a publicação da obra "O Missionário", no ano de 1891. Publicou 14 obras entre romances, contos e obras jurídicas.
ESCRITORES VALEPARAIBANOS
Este Projeto tem como objetivo lembrar dos escritores valeparaibanos preferencialmente no seu dia de nascimento.
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
HERCULANO MARCOS INGLEZ DE SOUZA & AGENDA CULTURAL
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
CURIOSIDADE LITERÁRIA E AGENDA CULTURAL
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quarta-feira, 2 de setembro de 2026
PAULO EGYDIO DE OLIVEIRA CARVALHO & AGENDA CULTURAL
PAULO EGYDIO DE OLIVEIRA CARVALHO nasceu em Bananal (SP) no dia 2 de setembro de 1843 e morreu em São Paulo no dia 8 de dezembro de 1906, aos 63 anos e hoje comemoramos 183 anos do seu nascimento. Filho do coronel Manuel Francisco de Carvalho e D. Maria Senhorinha de Oliveira. Formado, em 1865, pela Faculdade de Direito de S. Paulo onde foi colega dentre outros dos ilustres valeparaibanos de Pindamonhangaba João Marcondes de Moura Romeiro (1858-1915) e Miguel de Godoy Moreira e Costa. Durante o curso acadêmico, ensinou filosofia e Línguas, para completar a mesada que monsenhor Rios, então pároco em sua cidade natal, lhe andava com outros amigos.Já nos bancos acadêmicos manifestaram-se seus dons oratórios, bem como o pendor intelectual. Concluiu o curso de Direito na Faculdade de São Paulo em 1865, dedicando-se ao jornalismo e à política. Promotor de Justiça, advogado, jornalista, exerceu mandato de deputado provincial, de 1870 a 1879, elegendo-se, com a República, para a Assembleia Constituinte Estadual (1891) e para o Senado (1894). Considera-se que haja sido pioneiro na difusão da ideia da organização de caixas econômicas e cooperativas, "como instrumento de redenção do proletariado, da forma como o conceituava Augusto Comte. Participou também da campanha abolicionista. Fundador do Instituto de Sociologia de São Paulo, membro do Instituto Histórico e Geográfico, do Instituto Internacional de Sociologia de Paris. Dirigiu o Diário de São Paulo e colaborou no Correio Paulistano, a favor do Abolicionismo.
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terça-feira, 1 de setembro de 2026
BERNARDINO QUERIDO & AGENDA CULTURAL
BERNARDINO QUERIDO usava os pseudônimos (JOEL e SERTANEJO) nasceu em Cunha (SP) no dia 1.º de setembro de 1872 e morreu em Taubaté (SP) no dia 4 de julho de 1955 aos 83 anos e hoje comemoramos 154 anos do seu nascimento. Seus pais eram fazendeiros de café e amigos pessoais do imperador Dom Pedro II. Fez os primeiros estudos em sua terra natal. Frequentou, depois, o Ateneu Paulista e o Ginásio S. Bento, do Rio de Janeiro. Dedicou-se, desde jovem, ao magistério particular, tendo sido diretor do Colégio “Comerino” (1907), e do Colégio Progresso de Taubaté (1908). Fundou, em Minas Gerais, a Escola Normal de Ouro Fino (1910). Foi lente de português e francês do Ginásio Brasil, de Águas Virtuosas (Minas Gerais), lente do Curso Anexo do Ginásio Municipal de Taubaté, secretário e lente da História da Civilização e História da Educação da Escola Normal, lente e diretor da Escola da Associação dos Empregados no Comércio, lente e diretor do Colégio Conceição, que fundou. Colaborou, por mais de 50 anos, em jornais do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, S. Paulo etc. principalmente na imprensa valeparaibana: “O Norte”, “O Momento”, “Correio do Vale do Paraíba”, “A Voz do Vale do Paraíba”, “CTI-Jornal”, “Nossa Terra” etc. Usa com frequência os pseudônimos de “Joel” e “Sertanejo”.
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