C O N V I T E
DIA 25 DE ABRIL DE 2026
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Este Projeto tem como objetivo lembrar dos escritores valeparaibanos preferencialmente no seu dia de nascimento.
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Antônio Carlos da Gama Rodrigues, também conhecido por Carlos Gama, nasceu na cidade de Cruzeiro (SP), em 16 de abril de 1904 e faleceu em São Paulo no dia 25 de agosto de 1963 aos 59 anos “vítima de grave desastre, provocado por motorista irresponsável que se evadiu” e hoje comemoramos 122 anos do seu nascimento. Era filho de Antônio Gama Rodrigues (1876-1955) , médico natural de Salvador (BA), e de Leduína Braga da Gama Rodrigues (1883-?), natural de Lorena (SP). Antônio Carlos Gama Rodrigues matriculou-se em 1914, no Ginásio São Joaquim, em Lorena, onde fez o curso secundário. Ingressou na Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo em 6 de fevereiro de 1920, graduando-se em 1925, sendo discípulo do renomado professor de neurologia Enjolras Vampré (1885-1938) "Pai da Neurologia" do estado de São Paulo. Antônio Carlos da Gama Rodrigues sobressaiu-se durante todo o curso médico e, por ocasião de sua formatura, defendeu tese de doutoramento intitulada "Cirurgia das Vias Lacrimais", em 27 de março de 1926, sendo aprovado com grande distinção, grau 10. Esse trabalho recebeu o "Prêmio Carlos Botelho"(*), em 1926, da Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo. Ainda enquanto quintanista prestou serviço na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo como encarregado auxiliar da 4a Enfermaria Suplementar, criada emergencialmente durante o movimento revolucionário de 1924; e na Assistência Pública, como auxiliar médico voluntário, onde mais tarde seria nomeado oficialmente auxiliar do posto médico da Assistência Policial. Terminado o curso médico, fez longa viagem pela Europa e Oriente próximo. Ao regressar, instalou em Guaratinguetá (SP) o “Instituto Cirúrgico Gama Rodrigues”, hospital que manteve em funcionamento desde abril de 1926 até maio de 1928. Foi diretor e um dos cirurgiões desse hospital, tendo se destacado como cirurgião e médico. Nesse período também foi cirurgião da Santa Casa de Misericórdia de Guaratinguetá. Em virtude de serviços prestados à Santa Casa de Misericórdia de Lorena, recebeu desse nosocômio o título de "Cirurgião Honorário", em 2 de fevereiro de 1928.
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DIA DO HINO NACIONAL BRASILEIRO
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JOSÉ MARTINS PINHEIRO (Junior) nasceu no dia 12 de abril de 1884 na cidade de Silveiras (SP) e hoje comemoramos 141 anos do seu nascimento. Completou o curso primário na Escola do Primeiro Distrito, de São Paulo (Capital), que funcionava nos fundos da Igreja do Colégio, no então Largo do Palácio, hoje pátio do Colégio. Fez o curso secundário no Ginásio do Estado, tendo-se diplomado em Ciências e Letras em dezembro de 1903. Em dezembro de 1907, diplomou-se pela Faculdade de professor Direito de S. Paulo, onde foi colega, dentre outros de Pedro Vicente de Azevedo Júnior filho do lorenense Pedro Vicente de Azevedo de grande carreira política em São Paulo e no Brasil. José Martins Pinheiro entrou em 1909 para o "Estado de S. Paulo", como redator, cargo que ocupou ininterruptamente durante 35 anos. Exerceu, além do jornalismo, a advocacia, que iniciou no escritório do dr. Plínio Barreto (1882-1958) e depois no do Prof. Otávio Mendes (1869-?). Foi por algum tempo de português do Colégio Mackenzie. Em 1903, obteve o primeiro prêmio no concurso literário promovido pela "A Comarca", de Mogi Mirim. Redigiu, desde 1918 até 1939, a secção diária ''Coisas da Cidade" e a secção semanal "Revista das Revistas", no ''Estado de S. Paulo", tendo, em 1916, fundado, com Plínio Barreto, Ricardo Severo da Fonseca e Costa (1869-1940) e um grupo de escritores, a ''Revista do Brasil", da qual foi secretário-gerente até 1919. Fundou em 1926, com Léo Vaz de Barros (1890-1973), Mariano Costa e Clóvis de Paula Ribeiro (1891-1942), o "Diário da Noite", de São Paulo, depois adquirido pelos "Diários Associados". Realizou inúmeras entrevistas publicadas no "Estado de S. Paulo" e colaborou assiduamente na "Vida Moderna", de Simões Pinto, na "A Cigarra", de Gelásio Pimenta (1879-1924) etc. Com o pseudônimo de P. Xisto, publicou, em 1926, "As Mil e Uma Anedotas", com prefácio de Amadeu Ataliba Arruda Amaral Leite Penteado (1875-1929). Em 1931, foi nomeado pelo interventor Laudo Ferreira de Camargo (1881- 1963) para o cargo de Curador Fiscal das Massas Falidas, de São Paulo (Capital), cargo em que se aposentou em 1945. No começo de sua Vida, trabalhou nos Correios.
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EMÍLIO MARCONDES RIBAS nasceu em Pindamonhangaba no dia 11 de abril de 1862 e faleceu em São Paulo no dia 19 de dezembro de 1925 aos 63 anos e hoje comemoramos 164 anos do seu nascimento. Formando, em 1887, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, tendo defendido tese em 1888. Durante o período acadêmico, colaborou em várias revistas científicas. Após a formatura, seguiu para Santa Rita, onde abriu consultório clínico. Clinicou depois em Tatuí, onde foi intendente municipal. Por ocasião da revolta de 1895, prestou serviços às forças revolucionárias do Sul. Em 1895, tornou-se auxiliar do diretor do Desinfetório Central do Serviço Sanitário. Desempenhou, em seguida, as funções de inspetor sanitário em Rio Claro, Araraquara, Piraçununga, São Caetano, Jaú e Campinas, onde chefiou a comissão de combate à febre amarela. Substituiu o dr. Silva Pinto na direção do Serviço Sanitário, permanecendo nesse cargo durante 19 anos. Fundou o Instituto do Butantã em 1903 dividiu o Estado em distritos sanitários, em 1905 criou a seção de Proteção à Primeira Infância e em 1906 o Serviço da Profilaxia e Tratamento do Glaucoma, reorganizando o Instituto Bacteriológico e remodelando o Serviço Sanitário. Fundou o Hospital de Isolamento da Santa Casa, etc. Como político, cooperou para a fundação do Clube Republicano. Em 1908, o governo confiou-lhe a missão de estudar a profilaxia da tuberculose nos Estados Unidos e na Europa. Quando no Velho Mundo, o governo francês ofereceu-lhe o lugar de diretor do Serviço de Profilaxia da Febre Amarela na Martinica. De regresso a S. Paulo, instalou, em Campos do Jordão, um sanatório para tuberculosos, sendo o fundador da Estrada de Ferro Campos do Jordão. Quando da epidemia da febre amarela, que se irradiou de Santos para Campinas, S. Carlos, S. José do Rio Pardo, S. Simão, Franca, Ribeirão Preto, etc. sustentou a teoria havanesa (Finlay) de que o "stigomiafasciata" era o vetor da moléstia, submetendo-se, ele próprio, a uma prova experimental. Recolheu-se ao Hospital do Isolamento e se fez inocular por mosquitos infectados, com resultado positivo. Em 1903, obteve a medalha "Salus Publica". "Sábio profissional que fez o saneamento de Campinas e Santos" (Oswaldo Cruz), "triunfante diretor da higiene paulista" (Luiz Pereira Barreto), "foi o professor da profilaxia havanesa" (Rubião Meira), "sua vida foi toda dedicada a S. Paulo" (Sinésio Rangel Pestana), "coube ao egrégio higienista de S. Paulo, em um gesto de brilhante intuição, o mérito enorme e indiscutível de tornar palpável e convincente a verdade luminosa da doutrina de Finlay (Clemente Ferreira). "A Emílio Ribas se deve a glória de realizar, pela primeira vez, no Brasil, em 1902, na luta contra a febre amarela, os novos processos que no ano seguinte seriam ampliados, em campo mais vasto, na grande campanha do Rio de Janeiro" (Fernando Azevedo).
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