AUGUSTO FREDERICO SCHMIDT nasceu no Rio de Janeiro no dia 18 de abril de 1906 e faleceu na mesma cidade no dia 8 de fevereiro de 1965 aos 58 anos e hoje registramos 61 anos da sua morte. Foi poeta da segunda geração do Modernismo brasileiro; falou de morte, ausência, perda e amor em seus poemas. Foi assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República do Brasil e embaixador do Brasil na ONU e na então Comunidade Econômica Europeia. Foi também editor, dono da Livraria Schmidt Editora, no Rio de Janeiro. Foi casado com Yedda Ovalle Schmidt. Era neto do Visconde de Schmidt (Frederico Augusto Schmidt), um dos homens mais ricos do Império, o qual havia amealhado uma imensa fortuna com uma empresa de importação e exportação - Schmidt & Cia, localizada na Rua da Alfândega nº 70.
OBRASDeixou mais de quinze livros, a maioria de poesia, sendo o primeiro, de 1928, "Canto do Brasileiro Augusto Frederico Schmidt", seguindo-se "Cantos do Liberto Augusto Frederico Schmidt". Outros de seus livros importantes foram "Estrela Solitária" (1940), "Fonte Invisível" (1949), "Aurora Lívida" (1958) e "O Caminho do Frio" (1964).
Publicou várias antologias, de poesia e prosa.
Entre seus principais livros estão O Galo Branco (1948), Estrela Solitária (1940) e Prelúdio à Revolução. Como editor, publicou livros importantes como Casa Grande e Senzala, de Gilberto Freyre, e Caetés, de Graciliano Ramos. Em sua fase inicial, foi também o principal editor dos escritores integralistas principalmente de Plínio Salgado.
PRÊMIO
Em 1964, recebeu o prêmio de Intelectual do Ano da União Brasileira de Escritores, concorrendo com Carlos Drummond de Andrade.
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