quarta-feira, 30 de outubro de 2019

LUÍS GUIMARAES DE ALMEIDA

LUÍS GUIMARAES DE ALMEIDA nasceu em Guaratinguetá a 26 de outubro de 1917. Em sua cidade natal, onde faleceu a 13 de julho de 1952, concluiu os cursos primário, secundário e normal, exercendo, na infância e adolescência, atividades de comerciário. Foi, quando estudante, redator de vários periódicos locais: "O Grêmio", "O Eco", etc., tendo sido colaborador efetivo do ' 'Correio Paulista" e ''O Paraíba". Um dos fundadores do Grêmio Literário "Rui Barbosa". Também participou da fundação da "Casa Castro Alves", em Guaratinguetá. Iniciando a carreira no magistério, foi professor primário no grupo escolar "Presidente Vargas de Pariquera-Açu", no litoral sul paulista, sendo posteriormente removido para o de Itambé, em Barretos. Diretor da Revista "Seara". Catedrático, mediante concurso, da secção de Educação do Ensino Normal ; titular efetivo na Escola Normal e Ginásio Estadual de Caçapava. Foi, de 1944 a 1949, redator da revista "Educação". Colaborado, em prosa e verso, em jornais e revistas de S, Paulo e do Rio de Janeiro : Jornal de São Paulo", "Folha da Manhã", "O Estado de São Paulo", "O Jornal", etc., "Revista Administração Pública", "Revista do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos", etc. Em 1944, iniciou o curso jurídico, que concluiu, na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Historiador, sociólogo, ensaísta, poeta etc. É homenageado dando o seu nome à uma rua da Vila Eliana Maria em sua terra natal – Guaratinguetá.

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DIA NACIONAL DO LIVRO

O DIA NACIONAL DO LIVRO é comemorado no dia 29 de outubro porque foi nesse dia, em 1810, que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a Biblioteca Nacional e esta data escolhida para o DIA NACIONAL DO LIVRO (Lei 5191/66). O Brasil passou a editar livros a partir de 1808 quando D.João VI fundou a Imprensa Régia e o primeiro livro editado foi "MARÍLIA DE DIRCEU", de Tomás Antônio Gonzaga. Parabéns a todos os autores brasileiros e em especial aos membros da Academia de Letras de Lorena.



EUCLIDES DA CUNHA
AUTOR "SERTÕES"




MONTEIRO LOBATO
"SÍTIO DO PICA PAU AMARELO"



MARÍLIA DE DIRCEU



TOMÁZ ANTONIO GONZAGA




250 ANOS DO NASCIMENTO
TOMÁZ ANTONIO GONZAGA

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sábado, 26 de outubro de 2019

DR. WASHINGTON LUÍS PEREIRA DE SOUZA

Washington Luís Pereira de Sousa nasceu em Macaé (RJ) no dia 26 de outubro de 1869 e morreu em São Paulo (SP) no dia 4 de agosto de 1957 aos 88 anos e hoje comemoramos 150 anos do seu nascimento. Grande advogado, historiador e político brasileiro, décimo primeiro presidente do estado de São Paulo, décimo terceiro presidente do Brasil e último presidente da República Velha. Foi deposto em 24 de outubro de 1930, vinte e um dias antes do término do seu mandato como presidente da república, por um golpe militar, que passou o poder, em 3 de novembro, às forças político-militares comandadas por Getúlio Vargas, na denominada Revolução de 1930. Foi o criador do primeiro serviço de Inteligência do Brasil em 1928. O apelido que o definia era "Paulista de Macaé", pois, embora nascido no estado do Rio de Janeiro, sua biografia política foi toda construída no estado de São Paulo. Foi chamado também de "O Estradeiro", e, durante a Revolução de 1930, de "Doutor Barbado" pelos seus opositores. Comemoramos hoje o seu sesquicentenário de nascimento.
Escreveu o livro na Capitania de São Vicente.
Na Capitania de Sao Vicente
NA CAPITANIA DE SÃO VICENTE



DR. WASHINGTON LUÍS PEREIRA DE SOUZA


DR. WASHINGTON LUÍS PEREIRA DE SOUZA


DR. WASHINGTON LUÍS PEREIRA DE SOUZA
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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

PÉRICLES EUGÊNIO DA SILVA RAMOS - CENTENÁRIO DE NASCIMENTO

Péricles Eugênio da Silva Ramos nasceu em Lorena, no estado de São Paulo, em 24 de outubro de 1919 e morreu em São Paulo em 1992. Formou-se na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo na turma de 1944 onde foi colega de classe de outro lorenense - Moary de Paula Ferraz. Publicou em 1946 seu primeiro livro de poesias, Lamentação Floral, pela editora Assunção. A esta, seguiram-se outras obras poéticas originais. Em 1948, já envolvido com o movimento modernista - naquele momento nomeado neomodernista - co-assinou um manifesto dos poetas da nova geração. Ao longo da vida, contribuiu, ora com poemas, ora com ensaios, com diversas publicações periódicas, dentre as quais a Folha da Manhã, o Correio Paulistano e a Revista Brasileira de Poesia, fundada pelo próprio em 1947.
Péricles Eugênio da Silva Ramos dedicou-se também à tradução, em especial à tradução poética, tendo vertido para o português obras de William Shakespeare, Stéphane Mallarmé, Virgílio e Góngora, entre outros. Além disso, também foi editor de antologias de literatura brasileira. Várias obras de autores brasileiros, em especial do simbolismo e parnasianismo, foram revisitadas e antologizadas por Silva Ramos, tais como Francisca Júlia e Álvares de Azevedo.
A partir de 1966, Silva Ramos lecionou literatura e redação junto à Faculdade de Comunicação Social Cásper. Em 1970, passou a exercer o cargo de diretor técnico do Conselho Estadual de Cultura, quando foi um dos criadores do Museu de Arte Sacra de São Paulo, do Museu da Imagem e do Som e do Museu da Casa Brasileira.
Péricles Eugênio da Silva Ramos ocupou a cadeira de número 25 da Academia de Letras de São Paulo e veio a falecer em São Paulo, em 1992.

BIBLIOGRAFIA:
-Lamentação Floral, 1946
-Sol Sem tempo, 1953
-Lua de Ontem, 1960
-Futuro, 1968
-Poesia Quase Completa, 1972
-A Noite da Memória, 1988

TRADUÇÕES:
- Poemas de Góngora

Poemas de Fagundes Varela

-Poesia Grega Latina

-Poesia Moderna Antologia
-Poesia Barroca
Poesia Barroca
-Poesia Simbolista - Antologia
Poesia Simbolista Antologia


PÉRICLES EUGÊNIO DA SILVA RAMOS

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

JURANDYR FERRAZ DE CAMPOS

Morreu no dia 17 de outubro pp. o professor e historiador Jurandyr Ferraz de Campos, aos 83 anos. Nascido em Caçapava em 7 de setembro de 1936 era o 5º filho de uma irmandade de onze (Antônio Moacyr e Lair (hoje já falecidos), José Waldir, Jurandyr, Luiz Dalmir, Josemir, Odair, Lenir, Amair, Arismir e Rosemirdo) do fazendeiro e agricultor José Pereira Campos e a dona de casa Geralda Campos de Ferraz. Ele era irmão da professora, escritora e atriz Amair de Campos Padgurschi. Segundo informações o professor estava internado há dez dias no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, em decorrência de fibrose pulmonar e pneumonia. Campos foi um estudioso da cidade de Mogi das Cruzes, deu aulas na Universidades de Mogi das Cruzes e ocupou o cargo de secretário Municipal de Cultura e Meio Ambiente entre 2000 e 2004. Campos recebeu, este ano, em agosto o título de cidadão mogiano.  Personalidade conhecida nos meios acadêmicos mogianos devido as suas pesquisas históricas, o professor Jurandyr Ferraz de Campos foi também um grande divulgador das tradições religiosas e folclóricas da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes, da qual foi festeiro em 1989. Campos era membro fundador da Academia Mogicruzense de História, Artes e Letras (AMHAL).
O presidente da AMHAL e historiador, Glauco Ricciele, destaca a atuação de Jurandyr Ferraz de Campos em Mogi das Cruzes. “Um dos maiores legados dele são os livros e pesquisas sobre a história colonial de Mogi e a Festa do Divino. Ele tem um grande peso para a história da cidade nos últimos 30 anos uma atuação fantástica nos campos religioso, cultural e preservação do patrimônio histórico e saberes”, afirma Ricciele.
Jurandyr Ferraz de Campos atuou também no Banco do Brasil de 1959 até 1989, quando se aposentou.
Paralelamente às atividades profissionais junto a agência bancária local, atuou como professor da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) nas disciplinas história econômica e história do pensamento econômico, de 1969 a 1986; paleografia, de 1992 a 1997; história econômica, em 1994 e antropologia cultural de 1996 a 1998.
Ministrou cursos organizados pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Mogi das Cruzes sobre paleografia colonial brasileira nos anos de 1987, 1988, 1993 e 2002.
Ele também foi diretor do Museu de Arte Sacra de Mogi das Cruzes, conforme convênio da Prefeitura de Mogi das Cruzes, Mitra Diocesana, Província Carmelitana de Santo Dias, Ordem Terceira do Carmo e SPHAN, de 1986 a 1988.
Participou do Projeto de Arqueologia da Região da Serra do Itapeti, como responsável pela Coordenadoria dos Levantamentos Históricos, no período de 1989 a 1996.
Ele foi fundador, coordenador e membro do Conselho Editorial de BOIGY, responsável pela publicação dos Cadernos da Divisão do Arquivo Histórico e Pedagógico Municipal de Mogi das Cruzes.
Campos também foi sócio fundador da Associação Mogiana de Paleografia AMP, de 1998 e criador do Projeto Vídeo Memória de Mogi das Cruzes, 1995/96, destinado a registrar em vídeo aspectos culturais, sociais e folclóricos de Mogi das Cruzes e região.
Ele foi sócio fundador da Associação Pró-Festa do Divino e atuou como secretário municipal de Cultura e Meio Ambiente de Mogi das Cruzes, de 2000 a 2004.
Atualmente, Jurandyr era membro da Academia Caçapavense de Letras e da Academia Mogicruzense de História, Artes e Letras (AMHAL).

JURANDYR FERRAZ DE CAMPOS
1936 - 2019

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

DIA DO POETA

O Dia do Poeta é celebrado no dia 20 de outubro e foi criado na XXX Conferência Geral da UNESCO em 16 de Novembro de 1999. O propósito deste dia é promover a leitura, escrita, publicação e ensino da poesia através do mundo além de lembrar e homenagear estes arautos da alma - os Poetas. Homenageio todos os poetas do Instituto de Estudos Valeparaibanos, da Academia Letras de Lorena, da Academia Jovem de Letras de Lorena e demais congeneres.
Homenagem póstuma a Poetisa Celina Maria Taques Bittencourt Nepomuceno falecida no dia 8 de dezembro de 2015.



CORA CORALINA



CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE



PADRE ANTONIO VIEIRA




LUIZ VAZ DE CAMÕES




CASIMIRO DE ABREU




CLARISSE LISPECTOR




GUILHERME DE ALMEIDA


ARNOLFO AZEVEDO
POLÍTICO E POETA


PÉRICLES EUGÊNIO DA SILVA RAMOS
CENTENÁRIO DE NASCIMENTO
ESCRITOR E POETA